quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijo
Trevas Tremendas
Mateus 6:23 - Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!
--------
Jesus mostra a relação entre aquilo que olhamos e nossa vida interior: "Mas se os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, se a luz que está dentro de vocês são trevas, que tremendas trevas são" (Mateus 6:23).
Nossa vida interior depende daquilo que selecionamos na vida exterior. De acordo com o Mestre, nossos olhos são o mais poderoso instrumento de nossa percepção do mundo. "Olhos bons" representam os valores espirituais negativos, que nos levam a buscar situações e pessoas que pertencem às trevas. Viver com olhos maus é viver em trevas tremendas.
O conselho de Paulo é que vivamos "olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé". Olhar para Jesus é buscar a comunhão com Ele. Olhar para Jesus é iluminar os olhos. E olhos iluminados possibilitam luz interior. Cuidar de nossa vida espiritual, portanto, implica disciplinar os nossos olhos. Evitar "a concupicência dos olhos" é desviar nossa atenção daquilo que se caracteriza pelo pecado. Jesus é o melhor colírio para os olhos. É a garantia para andar na luz.
Mateus 6:23 - Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!
--------
Jesus mostra a relação entre aquilo que olhamos e nossa vida interior: "Mas se os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, se a luz que está dentro de vocês são trevas, que tremendas trevas são" (Mateus 6:23).
Nossa vida interior depende daquilo que selecionamos na vida exterior. De acordo com o Mestre, nossos olhos são o mais poderoso instrumento de nossa percepção do mundo. "Olhos bons" representam os valores espirituais negativos, que nos levam a buscar situações e pessoas que pertencem às trevas. Viver com olhos maus é viver em trevas tremendas.
O conselho de Paulo é que vivamos "olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé". Olhar para Jesus é buscar a comunhão com Ele. Olhar para Jesus é iluminar os olhos. E olhos iluminados possibilitam luz interior. Cuidar de nossa vida espiritual, portanto, implica disciplinar os nossos olhos. Evitar "a concupicência dos olhos" é desviar nossa atenção daquilo que se caracteriza pelo pecado. Jesus é o melhor colírio para os olhos. É a garantia para andar na luz.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
O Dia de Amanhã
Mateus 6:34 - Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.
----------
Um dos fortes ensinamentos dados por Jesus, no sermão do Monte, é a desnecessidade da preocupação: “Não vos inquieteis pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo...” (Mateus 6:34).
A experiência humana ensina que nossa estabilidade no futuro deve ser construída no presente, enquanto nossa capacidade de ganho persiste. A idéia de economizar e também planejar o futuro não é insensata. Ela somente começa a ficar neurótica, a partir do momento em que nos preocupamos tanto com o futuro, que as atividades do presente passam a ser prejudicadas.
Este é o ponto de Jesus: a preocupação é nociva. O “inquietar-se pelo dia de amanhã” não ajuda nosso trabalho, nossa produtividade. Para reforçar Seu ensino, o Mestre oferece uma garantia. Por que “o dia de amanhã cuidará de si mesmo”? Simplesmente porque Ele, Cristo, já está no futuro, da mesma maneira que está no presente. Por isso, assim como Ele está hoje garantindo nosso sustento e nossa saúde, quando chegar o amanhã, pelo fato de Ele estar lá, nosso bem-estar está garantido. O dia de amanhã cuidará de si mesmo, pelo poder do Senhor Jesus Cristo.
Mateus 6:34 - Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.
----------
Um dos fortes ensinamentos dados por Jesus, no sermão do Monte, é a desnecessidade da preocupação: “Não vos inquieteis pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo...” (Mateus 6:34).
A experiência humana ensina que nossa estabilidade no futuro deve ser construída no presente, enquanto nossa capacidade de ganho persiste. A idéia de economizar e também planejar o futuro não é insensata. Ela somente começa a ficar neurótica, a partir do momento em que nos preocupamos tanto com o futuro, que as atividades do presente passam a ser prejudicadas.
Este é o ponto de Jesus: a preocupação é nociva. O “inquietar-se pelo dia de amanhã” não ajuda nosso trabalho, nossa produtividade. Para reforçar Seu ensino, o Mestre oferece uma garantia. Por que “o dia de amanhã cuidará de si mesmo”? Simplesmente porque Ele, Cristo, já está no futuro, da mesma maneira que está no presente. Por isso, assim como Ele está hoje garantindo nosso sustento e nossa saúde, quando chegar o amanhã, pelo fato de Ele estar lá, nosso bem-estar está garantido. O dia de amanhã cuidará de si mesmo, pelo poder do Senhor Jesus Cristo.
terça-feira, 15 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Andar nos Caminhos Direitos
Provérbios 4:11 - No caminho da sabedoria te ensinei, e por veredas de retidão te fiz andar.
-------------
Um dos sábios conselhos do livro de Provérbios é insistir com os filhos, no sentido de levar a sério a orientação dos seus pais: “No caminho da sabedoria te ensinei e pelas carreiras direitas te fiz andar” (Provérbios 4:11).
“Chorar sobre o leite derramado” é o único consolo que resta para o desatento e leviano. Enquanto havia tempo, ao invés de prestar atenção às responsabilidades, o leviano preferiu se concentrar sobre o gozo rápido da superficialidade. Apesar das palavras de alerta recebidas.
Neste contexto, a palavra do Mestre é muito clara: “buscai primeiramente o Reino de Deus e a Sua justiça”. No vocabulário da Bíblia “justiça” significa, principalmente, viver em coerência com os princípios aprendidos. Ao aceitarmos a Cristo, recebemos Dele o desafio de manter uma vida de obediência aos Seus mandamentos de viver uma vida justa, de viver uma conduta coerente com nossa fé. Sabemos que o mundo tenta nos desviar do caminho certo. E que, não raro, nós fugimos da carreira direita. Nestes casos, é importante não esquecer o que o Mestre nos disse: “estarei convosco todos os dias”. A garantia de andar nos caminhos direitos é não deixar de olhar para Jesus. E segurar nas Suas mãos estendidas.
Provérbios 4:11 - No caminho da sabedoria te ensinei, e por veredas de retidão te fiz andar.
-------------
Um dos sábios conselhos do livro de Provérbios é insistir com os filhos, no sentido de levar a sério a orientação dos seus pais: “No caminho da sabedoria te ensinei e pelas carreiras direitas te fiz andar” (Provérbios 4:11).
“Chorar sobre o leite derramado” é o único consolo que resta para o desatento e leviano. Enquanto havia tempo, ao invés de prestar atenção às responsabilidades, o leviano preferiu se concentrar sobre o gozo rápido da superficialidade. Apesar das palavras de alerta recebidas.
Neste contexto, a palavra do Mestre é muito clara: “buscai primeiramente o Reino de Deus e a Sua justiça”. No vocabulário da Bíblia “justiça” significa, principalmente, viver em coerência com os princípios aprendidos. Ao aceitarmos a Cristo, recebemos Dele o desafio de manter uma vida de obediência aos Seus mandamentos de viver uma vida justa, de viver uma conduta coerente com nossa fé. Sabemos que o mundo tenta nos desviar do caminho certo. E que, não raro, nós fugimos da carreira direita. Nestes casos, é importante não esquecer o que o Mestre nos disse: “estarei convosco todos os dias”. A garantia de andar nos caminhos direitos é não deixar de olhar para Jesus. E segurar nas Suas mãos estendidas.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Luz para as minhas trevas |
Salmos 18:28 - Porque tu acenderás a minha candeia; o SENHOR meu Deus iluminará as minhas trevas.
-----------
Depois que o Senhor o livrou de todos os seus inimigos, Davi se sentiu libertado da sua vivência de trevas: “Porque Tu acenderás a minha lâmpada. O Senhor meu Deus alumiará as minhas trevas” (Salmo 18:28).
Quando as coisas não vão bem e as pessoas nos ameaçam, tudo ao redor é escuridão. Olhando para o final do túnel, nem sequer uma luzinha aparece... A maldade e a injustiça afetam as luzes de nossa percepção e de nossa compreensão. Nada pior do que tatear nas trevas.
Da mesma maneira que as trevas ficaram ligadas com mal-estar, a luminosidade se relaciona com a esperança e os caminhos possíveis. À medida que seus inimigos foram eliminados, o rei Davi foi tendo melhor perspectiva de sua vida e foi compreendendo que a fonte de sua reabilitação reside na luz divina. A luz que o cristão possui para poder iluminar o mundo é, essencialmente, um reflexo da luz divina brilhando em sua alma. Nossa luz pode até ficar enfraquecida e bruxoleante. Entretanto, sempre temos a oportunidade de ter nossa tomada interior religada com a energia do Senhor. O Senhor é nossa perene usina de energia luminosa. Quando cultivamos nossa ligação com Ele, temos luz para as nossas trevas.
Salmos 18:28 - Porque tu acenderás a minha candeia; o SENHOR meu Deus iluminará as minhas trevas.
-----------
Depois que o Senhor o livrou de todos os seus inimigos, Davi se sentiu libertado da sua vivência de trevas: “Porque Tu acenderás a minha lâmpada. O Senhor meu Deus alumiará as minhas trevas” (Salmo 18:28).
Quando as coisas não vão bem e as pessoas nos ameaçam, tudo ao redor é escuridão. Olhando para o final do túnel, nem sequer uma luzinha aparece... A maldade e a injustiça afetam as luzes de nossa percepção e de nossa compreensão. Nada pior do que tatear nas trevas.
Da mesma maneira que as trevas ficaram ligadas com mal-estar, a luminosidade se relaciona com a esperança e os caminhos possíveis. À medida que seus inimigos foram eliminados, o rei Davi foi tendo melhor perspectiva de sua vida e foi compreendendo que a fonte de sua reabilitação reside na luz divina. A luz que o cristão possui para poder iluminar o mundo é, essencialmente, um reflexo da luz divina brilhando em sua alma. Nossa luz pode até ficar enfraquecida e bruxoleante. Entretanto, sempre temos a oportunidade de ter nossa tomada interior religada com a energia do Senhor. O Senhor é nossa perene usina de energia luminosa. Quando cultivamos nossa ligação com Ele, temos luz para as nossas trevas.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
O Vínculo da Perfeição
Colossenses 3:14 - E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.
---------
Após uma série de conselhos sobre a vida que os cristãos devem levar, o Apóstolo Paulo instrui: “E sobre tudo isso, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14).
Nem sempre tratamos bem os outros a partir da motivação maior. Quando o medo nos motiva a obedecer, assim que a causa do medo desaparece resolvemos desobedecer. Quando nos pagam bem para elogiar, no momento que o pagamento desaparece nós nos sentimos livres para apontar defeitos e criticar. O que determina a resistência final de uma corrente é o seu elo, o seu vínculo, mais fraco.
Esta é a razão por que Paulo recomenda a atitude do amor como o elo que determina a resistência do bom relacionamento. O amor é o elo da perfeição: ele é o vínculo de maior força, na corrente de nossos relacionamentos. Porque o amor vem do Senhor, que “nos amou primeiro”, tudo aquilo que se fundamenta no amor adquire resistência e continuidade. Quando somos motivados pelo Senhor, continuamos amando mesmo recebendo ingratidão e falta de reconhecimento. O amor não depende de troco. O amor é. O amor permanece. Porque o amor é de Deus, ele é o vínculo9 da perfeição.
Colossenses 3:14 - E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.
---------
Após uma série de conselhos sobre a vida que os cristãos devem levar, o Apóstolo Paulo instrui: “E sobre tudo isso, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14).
Nem sempre tratamos bem os outros a partir da motivação maior. Quando o medo nos motiva a obedecer, assim que a causa do medo desaparece resolvemos desobedecer. Quando nos pagam bem para elogiar, no momento que o pagamento desaparece nós nos sentimos livres para apontar defeitos e criticar. O que determina a resistência final de uma corrente é o seu elo, o seu vínculo, mais fraco.
Esta é a razão por que Paulo recomenda a atitude do amor como o elo que determina a resistência do bom relacionamento. O amor é o elo da perfeição: ele é o vínculo de maior força, na corrente de nossos relacionamentos. Porque o amor vem do Senhor, que “nos amou primeiro”, tudo aquilo que se fundamenta no amor adquire resistência e continuidade. Quando somos motivados pelo Senhor, continuamos amando mesmo recebendo ingratidão e falta de reconhecimento. O amor não depende de troco. O amor é. O amor permanece. Porque o amor é de Deus, ele é o vínculo9 da perfeição.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Espírito de Temor
2 Timóteo 1:7 - Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.
-------
Orientando o ministério do jovem missionário Timóteo, Paulo escreve: “Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza e de amor e de moderação” (II Timóteo 1:7).
Viver com medo é deprimente. Parece que tudo e todos se reuniram para nos fazer mal. Não dá para confiar em ninguém. E até dormindo, os sonhos se mudam para pesadelos. Cada dia vivido com medo é mais uma tortura que sofremos da vida. O ponto pior é quando concluímos que até o Senhor está querendo nos atacar.
Paulo é contra tudo isso. Ele afirma que, quando nos entregamos nas mãos protetoras de Deus, o “espírito de temor” é destruído. Em seu lugar, Dele recebemos o espírito “de fortaleza, de amor e de moderação”. O Apóstolo João confirma Paulo, quando diz: “Deus é amor. O amor lança fora o medo”. Quem ama o desafio não tem medo de derrota. Quem ama as coisas bem feitas não tem medo de se cansar, para que tudo saia direito. Mas o segredo está no amor divino. Em aceitá-lo na vida e testar o seu poder libertador. O segredo não reside em lutar contra o medo – o segredo se encontra em deixar o amor do Senhor nos fortalecer. Ele lança fora o medo.
2 Timóteo 1:7 - Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.
-------
Orientando o ministério do jovem missionário Timóteo, Paulo escreve: “Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza e de amor e de moderação” (II Timóteo 1:7).
Viver com medo é deprimente. Parece que tudo e todos se reuniram para nos fazer mal. Não dá para confiar em ninguém. E até dormindo, os sonhos se mudam para pesadelos. Cada dia vivido com medo é mais uma tortura que sofremos da vida. O ponto pior é quando concluímos que até o Senhor está querendo nos atacar.
Paulo é contra tudo isso. Ele afirma que, quando nos entregamos nas mãos protetoras de Deus, o “espírito de temor” é destruído. Em seu lugar, Dele recebemos o espírito “de fortaleza, de amor e de moderação”. O Apóstolo João confirma Paulo, quando diz: “Deus é amor. O amor lança fora o medo”. Quem ama o desafio não tem medo de derrota. Quem ama as coisas bem feitas não tem medo de se cansar, para que tudo saia direito. Mas o segredo está no amor divino. Em aceitá-lo na vida e testar o seu poder libertador. O segredo não reside em lutar contra o medo – o segredo se encontra em deixar o amor do Senhor nos fortalecer. Ele lança fora o medo.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
O Envelhecimento dos Ossos |
Salmos 32:3 - Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia.
----------
O Salmo 32 é um dos textos mais lindos e mais profundos, sobre o impacto do arrependimento e do perdão. Por contraste, o Salmista descreve o inferno em que viveu, enquanto não conseguiu o arrependimento: "Enquanto eu me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia" (Salmo 32:3).
Para que haja arrependimento é necessário que ocorra confissão de pecado. E é neste ponto, talvez, que o processo espiritual fique emperrado. Reconhecer o próprio erro é doloroso. Por isso, exige maturidade espiritual e humildade diante do Senhor. O preço do não reconhecimento dos próprios erros, porém, é alto e devastador. A imagem usada por Davi é forte: recusar o reconhecimento e a confissão é pior que a osteoporose, que destrói a força dos ossos.
Por outro lado, o reconhecimento de pecado e o perdão do Senhor constituem bálsamo e fortificante para nossos ossos e nossa alma. Que o diga quem já experimentou tudo isso. Por essa razão, o Salmo 32 começa com o hino: "Bem aventurado aquele cuja transgressão é perdoada e cujo pecado é coberto". É fortalecimento para os nossos ossos.
Salmos 32:3 - Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia.
----------
O Salmo 32 é um dos textos mais lindos e mais profundos, sobre o impacto do arrependimento e do perdão. Por contraste, o Salmista descreve o inferno em que viveu, enquanto não conseguiu o arrependimento: "Enquanto eu me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia" (Salmo 32:3).
Para que haja arrependimento é necessário que ocorra confissão de pecado. E é neste ponto, talvez, que o processo espiritual fique emperrado. Reconhecer o próprio erro é doloroso. Por isso, exige maturidade espiritual e humildade diante do Senhor. O preço do não reconhecimento dos próprios erros, porém, é alto e devastador. A imagem usada por Davi é forte: recusar o reconhecimento e a confissão é pior que a osteoporose, que destrói a força dos ossos.
Por outro lado, o reconhecimento de pecado e o perdão do Senhor constituem bálsamo e fortificante para nossos ossos e nossa alma. Que o diga quem já experimentou tudo isso. Por essa razão, o Salmo 32 começa com o hino: "Bem aventurado aquele cuja transgressão é perdoada e cujo pecado é coberto". É fortalecimento para os nossos ossos.
terça-feira, 8 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Nosso Brilho é glória Dele
Mateus 5:16 - Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
---------
Qual é a melhor motivação para termos um comportamento de bom testemunho cristão? Jesus responde: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16).
Há quem procure “dar bom testemunho” cristão levado por um sentimento de dever, quer goste, quer não goste. Outros, ainda, se preocupam com os benefícios pessoais, advindos do testemunho: esta postura é mais a de barganha – se eu fizer minha parte, o Senhor terá que fazer a Dele. A lista das motivações discutíveis geralmente é muito longa.
Quase que ignorando todas as outras possíveis motivações para o bom testemunho, Jesus afirma claramente quando agimos cristãmente, damos aos homens um argumento indiscutível para glorificar o Pai celeste. Afinal de contas, a raiz do pecado é a rejeição da soberania do Senhor sobre nossa vida. Nosso bom testemunho é a didática eficiente que o Pai usa, para ensinar que viver em comunhão com o Senhor significa tudo de bom e construtivo. O testemunho cristão é tão naturalmente bom e construtivo que chega a resplandecer. E anunciar: a origem é Deus! O brilho é nosso, mas a glória é Dele.
Mateus 5:16 - Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
---------
Qual é a melhor motivação para termos um comportamento de bom testemunho cristão? Jesus responde: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16).
Há quem procure “dar bom testemunho” cristão levado por um sentimento de dever, quer goste, quer não goste. Outros, ainda, se preocupam com os benefícios pessoais, advindos do testemunho: esta postura é mais a de barganha – se eu fizer minha parte, o Senhor terá que fazer a Dele. A lista das motivações discutíveis geralmente é muito longa.
Quase que ignorando todas as outras possíveis motivações para o bom testemunho, Jesus afirma claramente quando agimos cristãmente, damos aos homens um argumento indiscutível para glorificar o Pai celeste. Afinal de contas, a raiz do pecado é a rejeição da soberania do Senhor sobre nossa vida. Nosso bom testemunho é a didática eficiente que o Pai usa, para ensinar que viver em comunhão com o Senhor significa tudo de bom e construtivo. O testemunho cristão é tão naturalmente bom e construtivo que chega a resplandecer. E anunciar: a origem é Deus! O brilho é nosso, mas a glória é Dele.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
BY - Pastor Olva Feijó
Jesus tem Misericórdia |
Marcos 10:47 - E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim.
-----
Bartimeu era cego, mas não era surdo. Ele já tinha ouvido falar de Jesus e de seus poderes. “Quando Bartimeu soube que Jesus de Nazaré estava perto, começou a clamar – Jesus, Filho de Deus, tem misericórdias de mim” (Marcos 10:47).
A vida não é fácil e, muitas vezes, nos parece dura e impiedosa. Olhamos para os lados e não vemos saídas. Olhamos para as pessoas e não vemos ajuda. Não raro, nós nos sentimos como Bartimeu: cegos e mendigos à beira da estrada.
O Senhor é a fonte da misericórdia. Apesar de nossas maldades, Ele nos ajuda com paciência e com carinho. Entretanto, depois de termos vivenciado tantas desilusões e tantas injustiças, passamos a acreditar que nem o Senhor está ligando para nós. A narrativa dos Evangelhos, porém, diz-nos que o Senhor atendeu a todas as pessoas que se dirigiram a Ele, chamando por misericórdia. No caso de Bartimeu, mesmo quando lhe mandaram calar a boca, ele insistiu e foi ouvido pelo Mestre, que curou a sua cegueira. Ao invés da dar ouvidos ao mundo, no seu esforço de nos desencorajar, insistamos em pedir a ajuda de Jesus Cristo. Ele sempre tem misericórdia.
Marcos 10:47 - E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim.
-----
Bartimeu era cego, mas não era surdo. Ele já tinha ouvido falar de Jesus e de seus poderes. “Quando Bartimeu soube que Jesus de Nazaré estava perto, começou a clamar – Jesus, Filho de Deus, tem misericórdias de mim” (Marcos 10:47).
A vida não é fácil e, muitas vezes, nos parece dura e impiedosa. Olhamos para os lados e não vemos saídas. Olhamos para as pessoas e não vemos ajuda. Não raro, nós nos sentimos como Bartimeu: cegos e mendigos à beira da estrada.
O Senhor é a fonte da misericórdia. Apesar de nossas maldades, Ele nos ajuda com paciência e com carinho. Entretanto, depois de termos vivenciado tantas desilusões e tantas injustiças, passamos a acreditar que nem o Senhor está ligando para nós. A narrativa dos Evangelhos, porém, diz-nos que o Senhor atendeu a todas as pessoas que se dirigiram a Ele, chamando por misericórdia. No caso de Bartimeu, mesmo quando lhe mandaram calar a boca, ele insistiu e foi ouvido pelo Mestre, que curou a sua cegueira. Ao invés da dar ouvidos ao mundo, no seu esforço de nos desencorajar, insistamos em pedir a ajuda de Jesus Cristo. Ele sempre tem misericórdia.
sábado, 5 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
A Marca de Cristo
2 Coríntios 1:22 - O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações.
----
O Apóstolo Paulo diz que o Senhor "gravou em nós a Sua marca - Seu sinal de propriedade - e nos deu Seu Espírito Santo em nosso coração como garantia de que nós Lhe pertencemos..." (II Coríntios 1:22).
Os religiosos têm sido conhecidos negativamente por causa de alguns traços ruins. Em nome da religião, milhares e milhares mataram seus discordantes. Em nome da religião, milhares e milhares foram segregados e escravizados. A marca de muitos religiosos não tem sido sempre a marca de Cristo.
Paulo sempre insistiu no fato de que o cristão deve ser parecido com Cristo. Ele usou expressões como "nós, agora, temos a mente de Cristo". Disse, ainda, que devemos "ter o mesmo sentimento que houve em Cristo". Para o Apóstolo, isso tem um preço: permitir sermos "propriedade" do Senhor. Na medida em que o cristão aceita o senhorio do Cristo em sua vida, nesta exata medida a "Sua marca" é testemunhada e reconhecida pelo mundo. As palavras de nossa pregação sempre são comparadas com as atitudes da nossa conduta. Essa é a razão de precisarmos do "Espírito Santo em nosso coração" - é Ele que nos garante a marca de Cristo.
2 Coríntios 1:22 - O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações.
----
O Apóstolo Paulo diz que o Senhor "gravou em nós a Sua marca - Seu sinal de propriedade - e nos deu Seu Espírito Santo em nosso coração como garantia de que nós Lhe pertencemos..." (II Coríntios 1:22).
Os religiosos têm sido conhecidos negativamente por causa de alguns traços ruins. Em nome da religião, milhares e milhares mataram seus discordantes. Em nome da religião, milhares e milhares foram segregados e escravizados. A marca de muitos religiosos não tem sido sempre a marca de Cristo.
Paulo sempre insistiu no fato de que o cristão deve ser parecido com Cristo. Ele usou expressões como "nós, agora, temos a mente de Cristo". Disse, ainda, que devemos "ter o mesmo sentimento que houve em Cristo". Para o Apóstolo, isso tem um preço: permitir sermos "propriedade" do Senhor. Na medida em que o cristão aceita o senhorio do Cristo em sua vida, nesta exata medida a "Sua marca" é testemunhada e reconhecida pelo mundo. As palavras de nossa pregação sempre são comparadas com as atitudes da nossa conduta. Essa é a razão de precisarmos do "Espírito Santo em nosso coração" - é Ele que nos garante a marca de Cristo.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
A Origem do Poder em Nós
Juízes 16:17 - E descobriu-lhe todo o seu coração, e disse-lhe: Nunca passou navalha pela minha cabeça, porque sou nazireu de Deus desde o ventre de minha mãe; se viesse a ser rapado, ir-se-ia de mim a minha força, e me enfraqueceria, e seria como qualquer outro homem.
-----
Assim que ficou adulto, Sansão foi desobedecendo seu voto de nazireu, de dedicação completa a Jeová, mas continuou acreditando que o segredo da sua força estava no seu cabelo. Disse ele a Dalila: “... Se cortarem o meu cabelo, perderei a força e ficarei tão fraco como qualquer outro homem” (Juízes 16:17).
Se a credulidade de Sansão fosse certa, todos os israelitas nazireus, de cabelo comprido, teriam força descomunal. Quando queremos aceitar uma superstição, não há argumento lógico capaz de nos impedir. Afinal de contas, não cortar o cabelo é muito mais fácil do que viver em obediência e comunhão com o Senhor...
Ainda que mal comparando, todos os cristãos são nazireus, porque somente pode ser cristão aquele que “morre para o mundo” e passa a “viver para Deus”. Existem, porém, entre nós uma variedade de superstições e crendices. Uma delas se chama “pagar o dízimo” – a superstição relativa do dízimo afirma que o dizimista fiel nunca ficará desempregado ou sem dinheiro. Uma outra superstição é conhecida como “oração forte”: ela teria tanto poder que, ao ouvi-la, o Senhor fica obrigado a responder. O poder do cristão não reside na pessoa dele ou em qualquer outro tipo de coisa que ele tenha ou que faça: “não pela força ou pela violência, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor”. Viver pela fé, então, é viver pelo espírito. A origem do poder em nós não está em nós, mas no Cristo que habita em nós.
Juízes 16:17 - E descobriu-lhe todo o seu coração, e disse-lhe: Nunca passou navalha pela minha cabeça, porque sou nazireu de Deus desde o ventre de minha mãe; se viesse a ser rapado, ir-se-ia de mim a minha força, e me enfraqueceria, e seria como qualquer outro homem.
-----
Assim que ficou adulto, Sansão foi desobedecendo seu voto de nazireu, de dedicação completa a Jeová, mas continuou acreditando que o segredo da sua força estava no seu cabelo. Disse ele a Dalila: “... Se cortarem o meu cabelo, perderei a força e ficarei tão fraco como qualquer outro homem” (Juízes 16:17).
Se a credulidade de Sansão fosse certa, todos os israelitas nazireus, de cabelo comprido, teriam força descomunal. Quando queremos aceitar uma superstição, não há argumento lógico capaz de nos impedir. Afinal de contas, não cortar o cabelo é muito mais fácil do que viver em obediência e comunhão com o Senhor...
Ainda que mal comparando, todos os cristãos são nazireus, porque somente pode ser cristão aquele que “morre para o mundo” e passa a “viver para Deus”. Existem, porém, entre nós uma variedade de superstições e crendices. Uma delas se chama “pagar o dízimo” – a superstição relativa do dízimo afirma que o dizimista fiel nunca ficará desempregado ou sem dinheiro. Uma outra superstição é conhecida como “oração forte”: ela teria tanto poder que, ao ouvi-la, o Senhor fica obrigado a responder. O poder do cristão não reside na pessoa dele ou em qualquer outro tipo de coisa que ele tenha ou que faça: “não pela força ou pela violência, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor”. Viver pela fé, então, é viver pelo espírito. A origem do poder em nós não está em nós, mas no Cristo que habita em nós.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Nosso Ouro Refinado
Apocalipse 3:18 - Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.
--------
Os membros da igreja em Laodicéia a melhor impressão de si mesmos, considerando-se perfeitos e ricos. O Senhor Jesus, entretanto, denunciou a pobreza espiritual daqueles discípulos e lhes prescreveu: “Eu te aconselho que de im compres ouro refinado no fogo para te enriqueceres.” (Apocalipse 3:18).
Nada pior do que estar completamente pobre e viver na ilusão de nadar em riqueza. Se isto já é ruim com dinheiro, imagine quando se trata de vida espiritual. Há membros de igreja que só são “cristãos” da boca para fora. Jesus os chamou de “sepulcros caiados: bonitos por fora, mas com podridão por dentro”.
O remédio para sair da pobreza espiritual é levar a sério Jesus Cristo. Seu conselho é adquirir Seu “ouro refinado no fogo”. Esta imagem usada pelo Mestre evidencia quanto é coisa séria viver em comunhão com Cristo. Quanto mais forte o fogo, mais refinado e mais valorizado é o ouro. Em outras palavras, a riqueza espiritual que adquirimos, quando aceitamos viver obedientes a Cristo, não deve ser encarada como coisa fácil, barata. Ela sempre exige honestidade de compromisso. Ela sempre requer sinceridade de propósitos. Aqueles que já experimentaram viver as disciplinas requeridas por Cristo dão testemunho de que vale a pena. A escolha é nossa: viver em pobreza espiritual, ou de coração aberto, “comprar o ouro refinado no fogo”, oferecido por Cristo.
Apocalipse 3:18 - Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.
--------
Os membros da igreja em Laodicéia a melhor impressão de si mesmos, considerando-se perfeitos e ricos. O Senhor Jesus, entretanto, denunciou a pobreza espiritual daqueles discípulos e lhes prescreveu: “Eu te aconselho que de im compres ouro refinado no fogo para te enriqueceres.” (Apocalipse 3:18).
Nada pior do que estar completamente pobre e viver na ilusão de nadar em riqueza. Se isto já é ruim com dinheiro, imagine quando se trata de vida espiritual. Há membros de igreja que só são “cristãos” da boca para fora. Jesus os chamou de “sepulcros caiados: bonitos por fora, mas com podridão por dentro”.
O remédio para sair da pobreza espiritual é levar a sério Jesus Cristo. Seu conselho é adquirir Seu “ouro refinado no fogo”. Esta imagem usada pelo Mestre evidencia quanto é coisa séria viver em comunhão com Cristo. Quanto mais forte o fogo, mais refinado e mais valorizado é o ouro. Em outras palavras, a riqueza espiritual que adquirimos, quando aceitamos viver obedientes a Cristo, não deve ser encarada como coisa fácil, barata. Ela sempre exige honestidade de compromisso. Ela sempre requer sinceridade de propósitos. Aqueles que já experimentaram viver as disciplinas requeridas por Cristo dão testemunho de que vale a pena. A escolha é nossa: viver em pobreza espiritual, ou de coração aberto, “comprar o ouro refinado no fogo”, oferecido por Cristo.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
A Educação do Filho
Juízes 13:12 - Então disse Manoá: Cumpram-se as tuas palavras; mas qual será o modo de viver e o serviço do menino?
---
Quando um anjo disse a Manoá que ele teria um filho, o pai de Sansão fez a seguinte oração: "Então disse Manoá - Quando, pois, se cumprirem as tuas palavras,como e há de criar o menino e que fará ele?" (Juízes 13:12).
Como educar certo um filho? Manoá e sua esposa receberam a promessa de que trariam uma criança ao mundo. E que ela seria um líder importante em Israel. A reação de Manoá foi profundamente responsável: ajuda-nos a educar este filho! Diante da súplica, o anjo do Senhor deu ao casal orientação detalhada.
Uma das maiores necessidades da família atual é a de pais que orem, pedindo ao Senhor sabedoria e fidelidade, na orientação bíblica dos seus filhos. Alguém dirá que, apesar da educação recebida, Sansão não se tornou o líder que poderia ter sido. Ainda que seja uma verdade, os erros de Sansão não podem ser usados como desculpa para não orar pelos filhos. Sansão foi usado pelo Senhor, apesar dele mesmo. O que ele fez de errado foi culpa dele: o que ele conseguiu fazer de certo foi pela intervenção misericordiosa do Senhor. Foi assim com Abraão, foi assim com Jacó, foi assim com Davi. Ninguém deve ser responsabilizado pelas escolhas autônomas dos próprios filhos. Mas deve ser elogiado pela educação bíblica dada ao seu filho.
Juízes 13:12 - Então disse Manoá: Cumpram-se as tuas palavras; mas qual será o modo de viver e o serviço do menino?
---
Quando um anjo disse a Manoá que ele teria um filho, o pai de Sansão fez a seguinte oração: "Então disse Manoá - Quando, pois, se cumprirem as tuas palavras,como e há de criar o menino e que fará ele?" (Juízes 13:12).
Como educar certo um filho? Manoá e sua esposa receberam a promessa de que trariam uma criança ao mundo. E que ela seria um líder importante em Israel. A reação de Manoá foi profundamente responsável: ajuda-nos a educar este filho! Diante da súplica, o anjo do Senhor deu ao casal orientação detalhada.
Uma das maiores necessidades da família atual é a de pais que orem, pedindo ao Senhor sabedoria e fidelidade, na orientação bíblica dos seus filhos. Alguém dirá que, apesar da educação recebida, Sansão não se tornou o líder que poderia ter sido. Ainda que seja uma verdade, os erros de Sansão não podem ser usados como desculpa para não orar pelos filhos. Sansão foi usado pelo Senhor, apesar dele mesmo. O que ele fez de errado foi culpa dele: o que ele conseguiu fazer de certo foi pela intervenção misericordiosa do Senhor. Foi assim com Abraão, foi assim com Jacó, foi assim com Davi. Ninguém deve ser responsabilizado pelas escolhas autônomas dos próprios filhos. Mas deve ser elogiado pela educação bíblica dada ao seu filho.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Levanta-te
Lucas 7:14 - E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar.
-----
Foi na cidade de Naim. Vendo uma viúva, cujo filho único morrera, Jesus "moveu-se de íntima compaixão por ela: "Chegando-se, tocou o esquife... e disse: Mancebo, a ti te digo, levanta-te" (Lucas 7:14).
Não faltam coisas que nos derrubem, em nossa vida diária. A injustiça tem a capacidade de derrubar. Como também a enfermidade, a ingratidão, a traição, o desemprego. Cair é uma conseqüência natural. O que não deve ser natural, segundo a Bíblia, é continuar vivendo caído.
A ordem de Jesus, aos que caíram é: Levanta-te. Não há nada de impiedoso na ordem do mestre. Porque, primeiro, Ele toca no nosso "esquife". Ele toca, com poder e amor, no caixão funerário que é a vida arrastada, derrotada, desesperançada que estejamos experimentando. Olhando para nossas quedas, Ele move-se de "íntima compaixão". Jesus compreende nossas quedas, mas não nos quer caídos. E Ele tem o poder de nos levantar, desde que permitamos que Ele nos toque. É natural que o cristão viva caído. O segredo é deixar que Ele nos toque e diga: Levantar-te.
Lucas 7:14 - E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar.
-----
Foi na cidade de Naim. Vendo uma viúva, cujo filho único morrera, Jesus "moveu-se de íntima compaixão por ela: "Chegando-se, tocou o esquife... e disse: Mancebo, a ti te digo, levanta-te" (Lucas 7:14).
Não faltam coisas que nos derrubem, em nossa vida diária. A injustiça tem a capacidade de derrubar. Como também a enfermidade, a ingratidão, a traição, o desemprego. Cair é uma conseqüência natural. O que não deve ser natural, segundo a Bíblia, é continuar vivendo caído.
A ordem de Jesus, aos que caíram é: Levanta-te. Não há nada de impiedoso na ordem do mestre. Porque, primeiro, Ele toca no nosso "esquife". Ele toca, com poder e amor, no caixão funerário que é a vida arrastada, derrotada, desesperançada que estejamos experimentando. Olhando para nossas quedas, Ele move-se de "íntima compaixão". Jesus compreende nossas quedas, mas não nos quer caídos. E Ele tem o poder de nos levantar, desde que permitamos que Ele nos toque. É natural que o cristão viva caído. O segredo é deixar que Ele nos toque e diga: Levantar-te.
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
O Inclinar-se do Senhor
Salmos 40:1 - [Salmo de Davi para o músico-mor] Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
O Salmista usa imagens humanas, quando pretendem nos explicar atitudes divinas. A idéia de "inclinar-se" é uma delas. "Esperei com paciência no Senhor, Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor" (Salmo 40:1).
Inclinar-se é uma postura de colocar-se em nível mais baixo. Significa uma atitude de atenção e de reconhecimento. Aquele que se inclina colocar em uma postura de facilitar a vida do que está no nível mais abaixo. Neste contexto de possível significado, afirmar que o Senhor se inclina para nós significa dizer quão grande é a preocupação de Deus, diante dos nossos problemas e necessidades.
O Senhor se inclina para nós. Como filhos adotivos do Senhor, podemos ter certeza de que Ele não nos ignora. Pelo contrário, podemos sempre contar com Sua atenção, com Seu carinho, com Suas respostas adequadas. A inclinação do Senhor deve ser percebida como parte ativa da Sua providência como um dos componentes da Sua resposta aos nossos clamores. Muito raramente temos a percepção exata das estratégias do Senhor, no Seu processo de responder a nossas orações. A Bíblia, porém, quer que tenhamos certeza de que nossas orações são respondidas. Porque Ele se inclina para nós.
Salmos 40:1 - [Salmo de Davi para o músico-mor] Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
O Salmista usa imagens humanas, quando pretendem nos explicar atitudes divinas. A idéia de "inclinar-se" é uma delas. "Esperei com paciência no Senhor, Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor" (Salmo 40:1).
Inclinar-se é uma postura de colocar-se em nível mais baixo. Significa uma atitude de atenção e de reconhecimento. Aquele que se inclina colocar em uma postura de facilitar a vida do que está no nível mais abaixo. Neste contexto de possível significado, afirmar que o Senhor se inclina para nós significa dizer quão grande é a preocupação de Deus, diante dos nossos problemas e necessidades.
O Senhor se inclina para nós. Como filhos adotivos do Senhor, podemos ter certeza de que Ele não nos ignora. Pelo contrário, podemos sempre contar com Sua atenção, com Seu carinho, com Suas respostas adequadas. A inclinação do Senhor deve ser percebida como parte ativa da Sua providência como um dos componentes da Sua resposta aos nossos clamores. Muito raramente temos a percepção exata das estratégias do Senhor, no Seu processo de responder a nossas orações. A Bíblia, porém, quer que tenhamos certeza de que nossas orações são respondidas. Porque Ele se inclina para nós.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Não Andam Segundo A Carne
Romanos 8:1 - Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
De acordo com Paulo, há duas maneiras de viver: segundo a "carne" ou segundo o "espírito". "Portanto, agora nenhuma condenação há par os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito." (Romanos 8:1).
Na doutrina bíblica, "carne" não é a mesma coisa que "corpo". O ser humano, de acordo com a Bíblia, é uma personalidade complexa e integrada. Ele é um conjunto organizado de corpo e alma. Quando a pessoa humana escolhe viver de acordo com o Espírito Divino, ela vive "segundo o espírito". Quando a pessoa humana escolhe viver contrariamente ao Espírito Divino, ela vive "segundo a carne".
A diferença entre estes dois estilos de vida é Cristo Jesus. Estar "em Cristo" é o mesmo que aceitar Sua soberania na própria vida, tanto física, quanto espiritual. Isto não quer dizer negar as necessidades legítimas do corpo. Estar "em Cristo" significa aceitar a disciplina e o senhorio de Jesus, na expressão das necessidades legítimas do corpo. Ser cristão, portanto, é estar "em Cristo" e, consequentemente, é viver "segundo o espírito". Viver segundo a carne é o oposto de ser cristão. É o mesmo que negar a eficácia do poder de Cristo. Paulo afirma "fostes chamados para a liberdade". A "verdade" que liberta é Cristo.
Romanos 8:1 - Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
De acordo com Paulo, há duas maneiras de viver: segundo a "carne" ou segundo o "espírito". "Portanto, agora nenhuma condenação há par os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito." (Romanos 8:1).
Na doutrina bíblica, "carne" não é a mesma coisa que "corpo". O ser humano, de acordo com a Bíblia, é uma personalidade complexa e integrada. Ele é um conjunto organizado de corpo e alma. Quando a pessoa humana escolhe viver de acordo com o Espírito Divino, ela vive "segundo o espírito". Quando a pessoa humana escolhe viver contrariamente ao Espírito Divino, ela vive "segundo a carne".
A diferença entre estes dois estilos de vida é Cristo Jesus. Estar "em Cristo" é o mesmo que aceitar Sua soberania na própria vida, tanto física, quanto espiritual. Isto não quer dizer negar as necessidades legítimas do corpo. Estar "em Cristo" significa aceitar a disciplina e o senhorio de Jesus, na expressão das necessidades legítimas do corpo. Ser cristão, portanto, é estar "em Cristo" e, consequentemente, é viver "segundo o espírito". Viver segundo a carne é o oposto de ser cristão. É o mesmo que negar a eficácia do poder de Cristo. Paulo afirma "fostes chamados para a liberdade". A "verdade" que liberta é Cristo.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
BY - Pastor Olavó Feijó
Quando Machados Flutuam
2 Reis 6:6 - E disse o homem de Deus: Onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau, e o lançou ali, e fez flutuar o ferro.
---
Os discípulos de Eliseu cortavam madeira, para aumentar as instalações da casa dos profetas. O machado de um deles caiu no rio. O jovem foi pedir ajuda ao profeta, explicando que a ferramenta lhe fora emprestada: “Disse o homem de Deus: onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau e o lançou ali, fazendo nadar o ferro.” (II Reis 6:6).
De um modo geral, as Escrituras não usam a palavra “milagre”, como nós o fazemos. O termo usado é “sinal”. Sua conotação é clara: as intervenções do Senhor são feitas com um objetivo – ajudar-nos a compreender e aceitar a soberania e a providência divina.
Pedir a intervenção sobrenatural do Senhor simplesmente porque isso ‘facilitaria o nosso lado’ é tratar o Senhor como se fosse nosso serviçal. A providência divina sempre tem uma finalidade maior. Ele pretende ajudar-nos a crescer espiritualmente, par que através de nós a implantação do Reino de Deus seja implementada. Neste sentido, os “sinais” do Senhor continuam e continuarão a acontecer. É quando os nossos machados flutuam...
2 Reis 6:6 - E disse o homem de Deus: Onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau, e o lançou ali, e fez flutuar o ferro.
---
Os discípulos de Eliseu cortavam madeira, para aumentar as instalações da casa dos profetas. O machado de um deles caiu no rio. O jovem foi pedir ajuda ao profeta, explicando que a ferramenta lhe fora emprestada: “Disse o homem de Deus: onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau e o lançou ali, fazendo nadar o ferro.” (II Reis 6:6).
De um modo geral, as Escrituras não usam a palavra “milagre”, como nós o fazemos. O termo usado é “sinal”. Sua conotação é clara: as intervenções do Senhor são feitas com um objetivo – ajudar-nos a compreender e aceitar a soberania e a providência divina.
Pedir a intervenção sobrenatural do Senhor simplesmente porque isso ‘facilitaria o nosso lado’ é tratar o Senhor como se fosse nosso serviçal. A providência divina sempre tem uma finalidade maior. Ele pretende ajudar-nos a crescer espiritualmente, par que através de nós a implantação do Reino de Deus seja implementada. Neste sentido, os “sinais” do Senhor continuam e continuarão a acontecer. É quando os nossos machados flutuam...
terça-feira, 18 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Silêncio, Apesar das Boas Novas
2 Reis 7:9 - Então disseram uns para os outros: Não fazemos bem; este dia é dia de boas novas, e nos calamos; se esperarmos até à luz da manhã, algum mal nos sobrevirá; por isso agora vamos, e o anunciaremos à casa do rei.
---
Quatro leprosos viviam do lado de fora da porta de Samaria, que estava morrendo de fome, por causa do cerco das tropas inimigas. Achando que, de uma forma ou de outra morreriam, resolveram ir ao arraial dos inimigos, para pedir comida. Em lá chegando, encontraram as tendas sem soldados, mas com abundância de comida. Após se fartarem e se vestirem, resolveram ir até o seu rei, para dar-lhe as boas notícias: "Este é dia de boas novas e nos calamos..." (II Reis 7:9).
Por que não compartilhamos com os mais necessitados as boas coisas que recebemos do Senhor? Será porque tememos ficar em falta, caso repartamos o que temos? Será porque experiências passadas de ingratidão nos tornaram indignados e insensíveis? Ou será porque nosso egoísmo é muito maior do que imaginamos?
Houve um jovem que, ao saber que Jesus precisava de comida, deu a Ele seu lanche inteirinho: cinco pães e dois peixes. Quando nos sentimos tocados pela compaixão e resolvemos compartilhar o que temos, através do Senhor, o milagre multiplicador sempre acontece: Ele aceita nossa pequena oferta, Ele abençoa, Ele multiplica, Ele atende aos necessitados. Hoje, como todos os dias, é dia de boas novas!
2 Reis 7:9 - Então disseram uns para os outros: Não fazemos bem; este dia é dia de boas novas, e nos calamos; se esperarmos até à luz da manhã, algum mal nos sobrevirá; por isso agora vamos, e o anunciaremos à casa do rei.
---
Quatro leprosos viviam do lado de fora da porta de Samaria, que estava morrendo de fome, por causa do cerco das tropas inimigas. Achando que, de uma forma ou de outra morreriam, resolveram ir ao arraial dos inimigos, para pedir comida. Em lá chegando, encontraram as tendas sem soldados, mas com abundância de comida. Após se fartarem e se vestirem, resolveram ir até o seu rei, para dar-lhe as boas notícias: "Este é dia de boas novas e nos calamos..." (II Reis 7:9).
Por que não compartilhamos com os mais necessitados as boas coisas que recebemos do Senhor? Será porque tememos ficar em falta, caso repartamos o que temos? Será porque experiências passadas de ingratidão nos tornaram indignados e insensíveis? Ou será porque nosso egoísmo é muito maior do que imaginamos?
Houve um jovem que, ao saber que Jesus precisava de comida, deu a Ele seu lanche inteirinho: cinco pães e dois peixes. Quando nos sentimos tocados pela compaixão e resolvemos compartilhar o que temos, através do Senhor, o milagre multiplicador sempre acontece: Ele aceita nossa pequena oferta, Ele abençoa, Ele multiplica, Ele atende aos necessitados. Hoje, como todos os dias, é dia de boas novas!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
BY- Pastor Olavo Feijó
Da Dificuldade de Chorar
Romanos 12:15 - Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram;
Aquilo que chamamos de empatia é descrito pelo Apóstolo Paulo em uma frase: "Alegrai-vos com os que se alegram; chorai com os que choram" (Romanos 12:15).
Alegrar-se com aqueles que estão alegres não é das coisas mais difíceis. Existem algumas exceções: não é fácil alegrar-se com o outro, quando temos inveja dele; não é fácil alegrar-se com o outro, quando estamos em depressão.
Chorar com os que choram já não é coisa tão fácil: sofrimento não é coisa boa de ser vista. Além do mais, quando as lágrimas dos outros nos dão muita pena, sempre existe o perigo em exagerarmos no consolo oferecido. Provavelmente, a primeira coisa certa a fazer, quando vemos o choro de alguém é a atitude de respeito, sem julgamento. A segunda coisa é ter paciência e permitir que a pessoa chore, enquanto tiver necessidade de chorar. Em seguida, antes de começar a dar conselhos de consolo, assumir uma postura de silêncio atencioso, permitindo que o outro fale tudo aquilo que esteja precisando falar. Finalmente, lembrar que é preciso chorar um pouco menos do que o outro, a fim de que ambos possam começar a ver a luzinha no final do túnel. A Bíblia quer que choremos com os que choram.
Romanos 12:15 - Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram;
Aquilo que chamamos de empatia é descrito pelo Apóstolo Paulo em uma frase: "Alegrai-vos com os que se alegram; chorai com os que choram" (Romanos 12:15).
Alegrar-se com aqueles que estão alegres não é das coisas mais difíceis. Existem algumas exceções: não é fácil alegrar-se com o outro, quando temos inveja dele; não é fácil alegrar-se com o outro, quando estamos em depressão.
Chorar com os que choram já não é coisa tão fácil: sofrimento não é coisa boa de ser vista. Além do mais, quando as lágrimas dos outros nos dão muita pena, sempre existe o perigo em exagerarmos no consolo oferecido. Provavelmente, a primeira coisa certa a fazer, quando vemos o choro de alguém é a atitude de respeito, sem julgamento. A segunda coisa é ter paciência e permitir que a pessoa chore, enquanto tiver necessidade de chorar. Em seguida, antes de começar a dar conselhos de consolo, assumir uma postura de silêncio atencioso, permitindo que o outro fale tudo aquilo que esteja precisando falar. Finalmente, lembrar que é preciso chorar um pouco menos do que o outro, a fim de que ambos possam começar a ver a luzinha no final do túnel. A Bíblia quer que choremos com os que choram.
sábado, 15 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
O Dom de Deus Versus Dinheiro
Atos dos Apóstolos 8:20 - Mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro.
Havia em Samaria um ilusionista chamado Simão. Quando ele viu o poder do Espírito Santo, ofereceu dinheiro a Pedro, para receber o mesmo poder: "Disse-lhe Pedro. O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro" (Atos 8:20).
Tentar ganhar dinheiro, usando religião como desculpa, não é um defeito exclusivo de um ilusionista, em Samaria. Com muita tristeza, constatamos que hoje em dia multiplicaram-se os seguidores do mágico Simão. Não é exagero dizer que, atualmente, em nossas maiores cidades, em cada quilômetro percorrido encontraremos lojas adaptadas, hospedando alguma "igreja" de nome bizarro ou esquisito. Seus líderes garantem aos seus dizimistas fiéis que nunca perderão o emprego e que as gotas sagradas do Jordão certamente poderão curar sua espinhela caída...
Contemplando tais agressões à espiritualidade, Pedro repetiria o que disse a Simão de Samaria: "o teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro"! A salvação é dom gratuito de Deus. Ninguém pode pagar pelo próprio Senhor, na pessoa de Jesus Cristo. A graça divina é fruto do amor divino. O único jeito, então, de aceitá-la é aceitar o amor de Deus. E o único jeito bíblico de compartilhá-la é oferecê-la de graça, como manda o amor divino. É a graça divina. É o dom gratuito do Senhor.
Atos dos Apóstolos 8:20 - Mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro.
Havia em Samaria um ilusionista chamado Simão. Quando ele viu o poder do Espírito Santo, ofereceu dinheiro a Pedro, para receber o mesmo poder: "Disse-lhe Pedro. O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro" (Atos 8:20).
Tentar ganhar dinheiro, usando religião como desculpa, não é um defeito exclusivo de um ilusionista, em Samaria. Com muita tristeza, constatamos que hoje em dia multiplicaram-se os seguidores do mágico Simão. Não é exagero dizer que, atualmente, em nossas maiores cidades, em cada quilômetro percorrido encontraremos lojas adaptadas, hospedando alguma "igreja" de nome bizarro ou esquisito. Seus líderes garantem aos seus dizimistas fiéis que nunca perderão o emprego e que as gotas sagradas do Jordão certamente poderão curar sua espinhela caída...
Contemplando tais agressões à espiritualidade, Pedro repetiria o que disse a Simão de Samaria: "o teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro"! A salvação é dom gratuito de Deus. Ninguém pode pagar pelo próprio Senhor, na pessoa de Jesus Cristo. A graça divina é fruto do amor divino. O único jeito, então, de aceitá-la é aceitar o amor de Deus. E o único jeito bíblico de compartilhá-la é oferecê-la de graça, como manda o amor divino. É a graça divina. É o dom gratuito do Senhor.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
Seja Diligente e Arrependa-te
A Bíblia não nos recomenda ter remorso. O que ela nos manda é ter arrependimento: “Repreendo e disciplino aqueles que Eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se” Apocalipse 3:19).
--
Remorso é um sentimento de mal estar, que acontece quando a pessoa descobre que cometeu algo muito errado. E que, à primeira vista, não tem como ser consertado. Uma vez chegada a esta conclusão, a pessoa se volta contra si mesma, dando vazão a ondas de revolta e de autoagressão. O remorso não é construtivo.
A Bíblia recomenda o arrependimento. Ele surge quando a pessoa detecta que cometeu um erro, que burlou a lei, que machucou alguém. Só que o arrependimento não se limita a deplorar o mal feito. Ele vai além e procura meios de se corrigir e consertar as consequências do seu erro. O arrependimento, por isso, é construtivo. Jesus pregou o arrependimento, por isso, é construtivo. Jesus pregou o arrependimento e enfatizou a necessidade de sermos diligentes na busca do estado de consciência que nos permite arrependermo-nos. Toda pessoa com saúde espiritual pratica o arrependimento. E com diligência.
A Bíblia não nos recomenda ter remorso. O que ela nos manda é ter arrependimento: “Repreendo e disciplino aqueles que Eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se” Apocalipse 3:19).
--
Remorso é um sentimento de mal estar, que acontece quando a pessoa descobre que cometeu algo muito errado. E que, à primeira vista, não tem como ser consertado. Uma vez chegada a esta conclusão, a pessoa se volta contra si mesma, dando vazão a ondas de revolta e de autoagressão. O remorso não é construtivo.
A Bíblia recomenda o arrependimento. Ele surge quando a pessoa detecta que cometeu um erro, que burlou a lei, que machucou alguém. Só que o arrependimento não se limita a deplorar o mal feito. Ele vai além e procura meios de se corrigir e consertar as consequências do seu erro. O arrependimento, por isso, é construtivo. Jesus pregou o arrependimento, por isso, é construtivo. Jesus pregou o arrependimento e enfatizou a necessidade de sermos diligentes na busca do estado de consciência que nos permite arrependermo-nos. Toda pessoa com saúde espiritual pratica o arrependimento. E com diligência.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Coração longe de Mim
Isaías 29:13 - Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído;
---
O ritual do culto no templo de Jerusalém era majestoso. Agora, no tempo de Isaías, após a morte do rei Uzias, o culto ficou uma coisa tão formal e vazia, que o Senhor reclamou - "Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim" (Isaías 29:13).
Assim como acontece com todas as coisas importantes de vida, religião é algo que precisa ser honesto e sincero. Quando a honestidade e a sinceridade acabam, aquilo que costumava ser importante vai ficando uma prática feia, sem graça, um peso insuportável. A frase de Isaías "mas seu coração está longe de mim" é uma síntese da religião feia, sem graça, com peso insuportável.
Desde os escritos antigos, o Senhor sempre deixou claro - "misericórdia quero, e não sacrifício". Misericórdia é a característica do coração compassivo. Coração compassivo é aquele que sente com honestidade e sinceridade. Por isso, a Escritura diz: "dá-me, filho meu, o teu coração". Quando nosso coração é dado ao Senhor, nosso culto flui com naturalidade, com alegria, com beleza. Dar coisas para o Senhor é fácil - mas não é o que Ele quer. Ele nos quer com intimidade, com profundeza de alma. Com coração.
Isaías 29:13 - Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído;
---
O ritual do culto no templo de Jerusalém era majestoso. Agora, no tempo de Isaías, após a morte do rei Uzias, o culto ficou uma coisa tão formal e vazia, que o Senhor reclamou - "Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim" (Isaías 29:13).
Assim como acontece com todas as coisas importantes de vida, religião é algo que precisa ser honesto e sincero. Quando a honestidade e a sinceridade acabam, aquilo que costumava ser importante vai ficando uma prática feia, sem graça, um peso insuportável. A frase de Isaías "mas seu coração está longe de mim" é uma síntese da religião feia, sem graça, com peso insuportável.
Desde os escritos antigos, o Senhor sempre deixou claro - "misericórdia quero, e não sacrifício". Misericórdia é a característica do coração compassivo. Coração compassivo é aquele que sente com honestidade e sinceridade. Por isso, a Escritura diz: "dá-me, filho meu, o teu coração". Quando nosso coração é dado ao Senhor, nosso culto flui com naturalidade, com alegria, com beleza. Dar coisas para o Senhor é fácil - mas não é o que Ele quer. Ele nos quer com intimidade, com profundeza de alma. Com coração.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
BY - Pastor Olavó Feijó
O Tempo do Senhor
1 Pedro 5:6 - Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte;
---
O tempo é, provavelmente, um fragmento da eternidade. Talvez seja neste contexto que Pedro se refere ao tempo do Senhor: "Humilhai-vos, pois, debaixo da poderosa mão de Deus, para que a Seu tempo vos exalte" (I Pedro 5:6).
Quem se humilha, submete-se. Ser exaltado é ser reconhecido. Pedro recomenda as duas coisas para o cristão. No meio de todos os nossos problemas, o texto diz que o Senhor não nos ignora. Mas diz também sobre a natureza de nossa relação com o Senhor: nossa relação com Ele deve ser a de aceitar obedientemente Seus mandamentos.
A "poderosa mão de Deus" é uma indicação da realidade eterna do Senhor. E, porque eterna, todo poderosa. É com esta onipotência que o Senhor resolve nossos problemas e satisfaz nossas reais necessidades. Nós cristãos, limitados à dimensão do tempo, perdemos energia espiritual, quando tentamos impor nosso tempo à eternidade do Senhor. É o contrário que Pedro recomenda. Mesmo sem compreender a eternidade, é forçoso nos submeter a ela. Mesmo sem entender a vontade de Deus, é forçoso nos submeter a ela. Deus é o Senhor da eternidade e o Senhor do tempo. Quando Ele nos ajuda, sua atuação acontece no ritmo do Seu tempo. Por isso, mesmo não entendendo, é necessário aceitá-lo. Aceitar a "poderosa mão de Deus" significa sermos abençoados exaltadamente. No Seu tempo.
1 Pedro 5:6 - Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte;
---
O tempo é, provavelmente, um fragmento da eternidade. Talvez seja neste contexto que Pedro se refere ao tempo do Senhor: "Humilhai-vos, pois, debaixo da poderosa mão de Deus, para que a Seu tempo vos exalte" (I Pedro 5:6).
Quem se humilha, submete-se. Ser exaltado é ser reconhecido. Pedro recomenda as duas coisas para o cristão. No meio de todos os nossos problemas, o texto diz que o Senhor não nos ignora. Mas diz também sobre a natureza de nossa relação com o Senhor: nossa relação com Ele deve ser a de aceitar obedientemente Seus mandamentos.
A "poderosa mão de Deus" é uma indicação da realidade eterna do Senhor. E, porque eterna, todo poderosa. É com esta onipotência que o Senhor resolve nossos problemas e satisfaz nossas reais necessidades. Nós cristãos, limitados à dimensão do tempo, perdemos energia espiritual, quando tentamos impor nosso tempo à eternidade do Senhor. É o contrário que Pedro recomenda. Mesmo sem compreender a eternidade, é forçoso nos submeter a ela. Mesmo sem entender a vontade de Deus, é forçoso nos submeter a ela. Deus é o Senhor da eternidade e o Senhor do tempo. Quando Ele nos ajuda, sua atuação acontece no ritmo do Seu tempo. Por isso, mesmo não entendendo, é necessário aceitá-lo. Aceitar a "poderosa mão de Deus" significa sermos abençoados exaltadamente. No Seu tempo.
domingo, 9 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Deus não poupou Seu Filho |
Romanos 8:32 - Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?
--
A realidade da graça divina encantou o Apóstolo Paulo. Acima de tudo, porque a comprovação da graça é a entrega de Jesus: "Aquele que nem mesmo a Seu próprio Filho poupou, antes O entregou por todos nós, como não nos dará com Ele todas as coisas?" (Romanos 8:32).
Assim como nós, antes da aceitação do revolucionário amor de Jesus, Paulo acreditava que o jeito de ganhar a vida eterna era praticar atos religiosos. Existem alguns movimentos, que se dizem cristãos, que voltaram a pregar a religião das oferendas e dos sacrifícios, colocando um peso enorme sobre os ombros dos seus seguidores.
Paulo aprendeu que a graça de Deus, através de Jesus o Cristo, resolve todas as nossas necessidades de "filhos adotivos" do Senhor. Sua lógica é simples: se a coisa mais importante, Seu Filho Unigênito, Deus nos entregou, faz sentido achar que a Sua graça não nos dará também emprego, saúde, justiça, relacionamentos saudáveis e o que mais seja? É evidente que Ele dará Sempre, porém, por causa do Seu eterno amor por nós! Foi isso que o Salmista escreveu: porque "o Senhor é meu pastor, nada nos faltará". Afinal de contas, Ele não poupou nem Seu próprio Filho.
Romanos 8:32 - Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?
--
A realidade da graça divina encantou o Apóstolo Paulo. Acima de tudo, porque a comprovação da graça é a entrega de Jesus: "Aquele que nem mesmo a Seu próprio Filho poupou, antes O entregou por todos nós, como não nos dará com Ele todas as coisas?" (Romanos 8:32).
Assim como nós, antes da aceitação do revolucionário amor de Jesus, Paulo acreditava que o jeito de ganhar a vida eterna era praticar atos religiosos. Existem alguns movimentos, que se dizem cristãos, que voltaram a pregar a religião das oferendas e dos sacrifícios, colocando um peso enorme sobre os ombros dos seus seguidores.
Paulo aprendeu que a graça de Deus, através de Jesus o Cristo, resolve todas as nossas necessidades de "filhos adotivos" do Senhor. Sua lógica é simples: se a coisa mais importante, Seu Filho Unigênito, Deus nos entregou, faz sentido achar que a Sua graça não nos dará também emprego, saúde, justiça, relacionamentos saudáveis e o que mais seja? É evidente que Ele dará Sempre, porém, por causa do Seu eterno amor por nós! Foi isso que o Salmista escreveu: porque "o Senhor é meu pastor, nada nos faltará". Afinal de contas, Ele não poupou nem Seu próprio Filho.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Que é a Vida Eterna
--
João 17:3 - E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.
---
Ao invés de discutir teologicamente a essência da eternidade, Jesus aborda o assunto de uma forma direta e até simples. Ele disse: "esta é a vida eterna: que Te conheçam como único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17:3).
Pelo fato de sermos limitados pelo tempo, discutir as coisas da eternidade fica às vezes parecendo um exercício de fantasia intelectual. Por outro lado, dizer apenas que eterno é tudo aquilo que não é limitado pelo tempo. Isto é, o mesmo que não dizer nada.
Tocando no assunto, a afirmação de Jesus é bem prática. "O dono da eternidade é Deus. Eu, Cristo, sou essencialmente Deus. Sou conseqüentemente eterno. Logo, aquele que Me aceita, aceita a eternidade em sua vida". O assunto passa a ser então um problema de experiência. Experimentar Jesus Cristo na própria vida é o mesmo que experimentar a vida eterna. Uma experiência que, com o correr dos anos, vai crescendo dentro de nós e vai nos revelando, cada vez mais a realidade da "vida abundante" que o Senhor nos dá. Aceitar a Jesus é o começo. Conhecer agora Jesus como Cristo é a introdução. Um dia, nos diz Paulo, "nós O conheceremos, assim como somos plenamente por Ele conhecidos".
--
João 17:3 - E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.
---
Ao invés de discutir teologicamente a essência da eternidade, Jesus aborda o assunto de uma forma direta e até simples. Ele disse: "esta é a vida eterna: que Te conheçam como único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17:3).
Pelo fato de sermos limitados pelo tempo, discutir as coisas da eternidade fica às vezes parecendo um exercício de fantasia intelectual. Por outro lado, dizer apenas que eterno é tudo aquilo que não é limitado pelo tempo. Isto é, o mesmo que não dizer nada.
Tocando no assunto, a afirmação de Jesus é bem prática. "O dono da eternidade é Deus. Eu, Cristo, sou essencialmente Deus. Sou conseqüentemente eterno. Logo, aquele que Me aceita, aceita a eternidade em sua vida". O assunto passa a ser então um problema de experiência. Experimentar Jesus Cristo na própria vida é o mesmo que experimentar a vida eterna. Uma experiência que, com o correr dos anos, vai crescendo dentro de nós e vai nos revelando, cada vez mais a realidade da "vida abundante" que o Senhor nos dá. Aceitar a Jesus é o começo. Conhecer agora Jesus como Cristo é a introdução. Um dia, nos diz Paulo, "nós O conheceremos, assim como somos plenamente por Ele conhecidos".
terça-feira, 4 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
A Libertação da Natureza
Romanos 8:21 - Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
É difícil imaginar toda a profundidade da declaração do Senhor, quando disse “maldita é a terra, por sua causa...” Esta sentença de maldição, entretanto, encontra sua cura na obra de Cristo e no testemunho dos cristãos, como diz Paulo: “A própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra, recebendo a gloriosa liberdade dos filhos de Deus” (Romanos 8:21).
O pecado, nas suas várias manifestações, vem destruindo a natureza: ganância, poder, irresponsabilidade, exploração. A maioria dos desastres ambientais, que chamamos de sinistros naturais, nada mais é do que o resultado a longo prazo do comportamento humano no trato do nosso planeta.
As raízes da ecologia e do uso sustentável da natureza encontraram-se no poder libertador da obra de Jesus Cristo. Aqueles que acreditam que “os céus proclamavam a glória de Deus” não se sentem bem em poluir a Terra. Quando aceitamos a Cristo e compreendemos que, como “filhos de Deus”, devemos “cuidar da Terra”. Cristãos genuínos adquirem o espírito do “Jardim do Éden”: não só eles se sentem “guardadores” dos seus irmãos, mas também se sentem guardadores da criação. É a libertação da natureza.
Romanos 8:21 - Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
É difícil imaginar toda a profundidade da declaração do Senhor, quando disse “maldita é a terra, por sua causa...” Esta sentença de maldição, entretanto, encontra sua cura na obra de Cristo e no testemunho dos cristãos, como diz Paulo: “A própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra, recebendo a gloriosa liberdade dos filhos de Deus” (Romanos 8:21).
O pecado, nas suas várias manifestações, vem destruindo a natureza: ganância, poder, irresponsabilidade, exploração. A maioria dos desastres ambientais, que chamamos de sinistros naturais, nada mais é do que o resultado a longo prazo do comportamento humano no trato do nosso planeta.
As raízes da ecologia e do uso sustentável da natureza encontraram-se no poder libertador da obra de Jesus Cristo. Aqueles que acreditam que “os céus proclamavam a glória de Deus” não se sentem bem em poluir a Terra. Quando aceitamos a Cristo e compreendemos que, como “filhos de Deus”, devemos “cuidar da Terra”. Cristãos genuínos adquirem o espírito do “Jardim do Éden”: não só eles se sentem “guardadores” dos seus irmãos, mas também se sentem guardadores da criação. É a libertação da natureza.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
By - Pastor Olavo Feijó
Entrega teu Caminho
Salmos 37:5 - Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.
--
Diante das incertezas da vida, Davi propõe uma decisão radical: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e Ele agirá (Salmo 37:5).
Entregar implica uma atitude definitiva. Por isso, entregar não é coisa fácil. Afinal, por definição, aquilo que entregamos não é mais nosso. Do ponto de vista legal, não temos mais direito sobre aquilo que, conscientemente, decidimos dar. Em função de tudo isso, é perfeitamente compreensível nossa insegurança quando enfrentamos o desafio de entregar nossa vida. E acima de tudo, para Deus.
Entregar é como provar pela primeira vez. Será que eu vou gostar do sabor desta fruta desconhecida? Mesmo quando me dizem que é deliciosa, será que eu vou gostar? Em casos como este, não há mais de uma saída: o único jeito é eu experimentar, por conta própria. Seu eu gostar, como. Se eu não gostar, jogo fora. A Bíblia nos informa: entregar os próprios problemas ao Senhor. Não vai ser fácil. Apesar de tudo, o Senhor resolve os problemas que Lhe entregamos. Só que o único jeito de comprovar tudo isso é experimentar. É ter a coragem de experimentar, de entregar. A esta postura a Bíblia chama: andar pela fé. Argumentos lógicos não vão resolver. Tem que ser pela fé.
Salmos 37:5 - Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.
--
Diante das incertezas da vida, Davi propõe uma decisão radical: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e Ele agirá (Salmo 37:5).
Entregar implica uma atitude definitiva. Por isso, entregar não é coisa fácil. Afinal, por definição, aquilo que entregamos não é mais nosso. Do ponto de vista legal, não temos mais direito sobre aquilo que, conscientemente, decidimos dar. Em função de tudo isso, é perfeitamente compreensível nossa insegurança quando enfrentamos o desafio de entregar nossa vida. E acima de tudo, para Deus.
Entregar é como provar pela primeira vez. Será que eu vou gostar do sabor desta fruta desconhecida? Mesmo quando me dizem que é deliciosa, será que eu vou gostar? Em casos como este, não há mais de uma saída: o único jeito é eu experimentar, por conta própria. Seu eu gostar, como. Se eu não gostar, jogo fora. A Bíblia nos informa: entregar os próprios problemas ao Senhor. Não vai ser fácil. Apesar de tudo, o Senhor resolve os problemas que Lhe entregamos. Só que o único jeito de comprovar tudo isso é experimentar. É ter a coragem de experimentar, de entregar. A esta postura a Bíblia chama: andar pela fé. Argumentos lógicos não vão resolver. Tem que ser pela fé.
terça-feira, 27 de abril de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
Tu me Amas?
João 21:15 - E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros.
--
Antes de subir aos céus, o Jesus ressuscitado dirige-se a Pedro e lhe pergunta três vezes: “Simão, filho de Jonas, tu me amas?” (João 21:15-17).
--
Por que três vezes? Não existe uma resposta única para essa questão. Nada impede, entretanto, que examinemos a reação do Apóstolo Pedro, diante do interrogatório a que foi submetido. Perguntado pela terceira vez, “Simão entristeceu-se”, pela insistência incômoda, e exclamou: “Senhor, Tu sabes todas as coisas. Tu sabes que eu Te amo”.
O problema, aparentemente, não reside naquilo que Jesus sabe. A grande questão não estava no mestre, mas no discípulo. Dá a impressão que Jesus quer o nosso amor de uma maneira, consciente, transparente, determinada. Nós cristãos sabemos das vezes que negamos o nosso Senhor, das vezes que esquecemos do Seu amor. As pressões do mundo são poderosas. Os apelos do mundo são sedutores. Manter um comportamento de amor a Cristo exige mais do que “gostar” da igreja. Exige mais do que “encantar-se” com a profundidade da Bíblia. Amar a Cristo é um “salto existencial” sem retorno. É um “salto de fé”, no qual investimos nosso passado e nosso futuro. Amar a Cristo é sofrer a inimizade do mundo. Mas é, na sua dinâmica, nos alimentar da própria essência do Senhor. Porque Deus é “amor”.
João 21:15 - E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros.
--
Antes de subir aos céus, o Jesus ressuscitado dirige-se a Pedro e lhe pergunta três vezes: “Simão, filho de Jonas, tu me amas?” (João 21:15-17).
--
Por que três vezes? Não existe uma resposta única para essa questão. Nada impede, entretanto, que examinemos a reação do Apóstolo Pedro, diante do interrogatório a que foi submetido. Perguntado pela terceira vez, “Simão entristeceu-se”, pela insistência incômoda, e exclamou: “Senhor, Tu sabes todas as coisas. Tu sabes que eu Te amo”.
O problema, aparentemente, não reside naquilo que Jesus sabe. A grande questão não estava no mestre, mas no discípulo. Dá a impressão que Jesus quer o nosso amor de uma maneira, consciente, transparente, determinada. Nós cristãos sabemos das vezes que negamos o nosso Senhor, das vezes que esquecemos do Seu amor. As pressões do mundo são poderosas. Os apelos do mundo são sedutores. Manter um comportamento de amor a Cristo exige mais do que “gostar” da igreja. Exige mais do que “encantar-se” com a profundidade da Bíblia. Amar a Cristo é um “salto existencial” sem retorno. É um “salto de fé”, no qual investimos nosso passado e nosso futuro. Amar a Cristo é sofrer a inimizade do mundo. Mas é, na sua dinâmica, nos alimentar da própria essência do Senhor. Porque Deus é “amor”.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
Não conhecemos o Espírito Santo
Atos dos Apóstolos 19:2 - Disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo.
--
Passando por Éfeso, Paulo encontrou-se com alguns discípulos que, ouvindo João Batista, foram batizados. O Apóstolo lhes perguntou: “Vocês receberam o Espírito Santo quando creram? Eles responderam – Não, nem sequer ouvimos que existe o Espírito Santo” (Atos 19:2).
--
O Espírito Santo não é apenas um tópico doutrinário do cristianismo. Não são poucos os cristãos que transformaram a realidade bíblica do Espírito Santo em um tema de luta de credos. Chega a ser entristecedor a paixão e o desrespeito com que alguns religiosos acreditam que possam reduzir a realidade onipotente do Espírito do Senhor a alguns preceitos racionais ou intelectuais.
Vivemos na dispensação do Espírito Santo que, com a subida aos céus de Jesus ressuscitado, trabalha em nós “ensinando todas as coisas”. É Ele quem nos “convence de pecado, de justiça e de juízo”. E, acima de tudo, é Ele que quem nos “adota como filhos“ (Rom. 8:15). A grande revelação da Bíblia é que aquilo que nos conhecemos do Espírito não depende realmente de nós, mas da revelação do Espírito em nós, como diz Paulo aos Romanos. Se vivemos na base do medo e do constante sentimento de culpa, então “não conhecemos o Espírito Santo”. Quando vivemos com Ele, vivemos com liberdade espiritual e com o júbilo da salvação.
Atos dos Apóstolos 19:2 - Disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo.
--
Passando por Éfeso, Paulo encontrou-se com alguns discípulos que, ouvindo João Batista, foram batizados. O Apóstolo lhes perguntou: “Vocês receberam o Espírito Santo quando creram? Eles responderam – Não, nem sequer ouvimos que existe o Espírito Santo” (Atos 19:2).
--
O Espírito Santo não é apenas um tópico doutrinário do cristianismo. Não são poucos os cristãos que transformaram a realidade bíblica do Espírito Santo em um tema de luta de credos. Chega a ser entristecedor a paixão e o desrespeito com que alguns religiosos acreditam que possam reduzir a realidade onipotente do Espírito do Senhor a alguns preceitos racionais ou intelectuais.
Vivemos na dispensação do Espírito Santo que, com a subida aos céus de Jesus ressuscitado, trabalha em nós “ensinando todas as coisas”. É Ele quem nos “convence de pecado, de justiça e de juízo”. E, acima de tudo, é Ele que quem nos “adota como filhos“ (Rom. 8:15). A grande revelação da Bíblia é que aquilo que nos conhecemos do Espírito não depende realmente de nós, mas da revelação do Espírito em nós, como diz Paulo aos Romanos. Se vivemos na base do medo e do constante sentimento de culpa, então “não conhecemos o Espírito Santo”. Quando vivemos com Ele, vivemos com liberdade espiritual e com o júbilo da salvação.
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
BY Pastor Olavó Feijó
Cultivando o Primeiro Amor
Apocalipse 2:4 - Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
--
Após enumerar as boas qualidades da igreja de Éfeso, Jesus lamenta: “Contra você, porém, tenho isto: você abandonou o seu primeiro amor” (Apocalipse 2:4).
--
O Senhor não ignora nosso esforço de servi-lo na igreja. Ele registra com muito cuidado nossa postura de ortodoxia doutrinária. Ele elogia nosso “trabalho árduo e perseverança”. Mesmo contabilizando tudo isso, Ele sente necessidade de avaliar o tipo de motivação espiritual de nossa conduta religiosa. Para Jesus, “abandonar o primeiro amor” é atitude muito triste muito grave.
Nosso “primeiro amor” é aquela alegria imensa que nos invade, quando o peso de nosso pecado é perdoado. Nosso “primeiro amor” é a experiência de comunhão com o Senhor, que fortalece a consciência de vossa fragilidade. Nosso “primeiro amor” é aquela constatação, que ainda experimentamos, de que a Bíblia é “lâmpada para nossos pés e luz para nosso caminho”. Nosso “primeiro amor” é aquela atitude que ainda nos ajuda a dizer “pequei contra ti”, e que nos leva a buscar a correção do Senhor. Este é o amor do Senhor, que nos permite continuar cultivando nosso “primeiro amor”.
Apocalipse 2:4 - Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
--
Após enumerar as boas qualidades da igreja de Éfeso, Jesus lamenta: “Contra você, porém, tenho isto: você abandonou o seu primeiro amor” (Apocalipse 2:4).
--
O Senhor não ignora nosso esforço de servi-lo na igreja. Ele registra com muito cuidado nossa postura de ortodoxia doutrinária. Ele elogia nosso “trabalho árduo e perseverança”. Mesmo contabilizando tudo isso, Ele sente necessidade de avaliar o tipo de motivação espiritual de nossa conduta religiosa. Para Jesus, “abandonar o primeiro amor” é atitude muito triste muito grave.
Nosso “primeiro amor” é aquela alegria imensa que nos invade, quando o peso de nosso pecado é perdoado. Nosso “primeiro amor” é a experiência de comunhão com o Senhor, que fortalece a consciência de vossa fragilidade. Nosso “primeiro amor” é aquela constatação, que ainda experimentamos, de que a Bíblia é “lâmpada para nossos pés e luz para nosso caminho”. Nosso “primeiro amor” é aquela atitude que ainda nos ajuda a dizer “pequei contra ti”, e que nos leva a buscar a correção do Senhor. Este é o amor do Senhor, que nos permite continuar cultivando nosso “primeiro amor”.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
BY Pastor Ovavo Feijó
Eu, minha casa, o Senhor
Josué 24:15 - ¶ Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.
--
Após liderar os israelitas, na conquista de Canaã, Josué exorta o povo quanto a lealdade do Senhor. Dando o exemplo, declarou: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24:15).
--
Ser pessoalmente fiel ao Senhor já é, em si, tarefa super difícil. Contribuir para construir uma família com a mesma fidelidade passa a ser um enorme desafio. O primeiro passo, neste sentido, é colocar os interesses do Senhor acima dos próprios interesses: esta atitude constitui uma luta diária, na extensão de nossa vida cristã. O segundo passo é colocar o Senhor como algo mais importante do que nossa própria família: esta atitude exige uma profunda postura de fé, que realmente acredita que “se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”.
O terceiro passo é descobrir que eu tenho que ser o exemplo, para o cultivo espiritual da minha família. De nada adianta pregar e não viver. De nada adianta ter um comportamento no templo e, durante a semana, agir como se não houvesse Deus. De nada adianta passar para a Igreja ou para a escola a responsabilidade paterna e materna de ensinar a Bíblia e ensinar a oração, para os nossos filhos. Se eu honestamente não sirvo ao Senhor, provavelmente minha família seguirá meu exemplo. Somente citar Josué não vai adiantar muita coisa.
Josué 24:15 - ¶ Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.
--
Após liderar os israelitas, na conquista de Canaã, Josué exorta o povo quanto a lealdade do Senhor. Dando o exemplo, declarou: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24:15).
--
Ser pessoalmente fiel ao Senhor já é, em si, tarefa super difícil. Contribuir para construir uma família com a mesma fidelidade passa a ser um enorme desafio. O primeiro passo, neste sentido, é colocar os interesses do Senhor acima dos próprios interesses: esta atitude constitui uma luta diária, na extensão de nossa vida cristã. O segundo passo é colocar o Senhor como algo mais importante do que nossa própria família: esta atitude exige uma profunda postura de fé, que realmente acredita que “se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”.
O terceiro passo é descobrir que eu tenho que ser o exemplo, para o cultivo espiritual da minha família. De nada adianta pregar e não viver. De nada adianta ter um comportamento no templo e, durante a semana, agir como se não houvesse Deus. De nada adianta passar para a Igreja ou para a escola a responsabilidade paterna e materna de ensinar a Bíblia e ensinar a oração, para os nossos filhos. Se eu honestamente não sirvo ao Senhor, provavelmente minha família seguirá meu exemplo. Somente citar Josué não vai adiantar muita coisa.
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
BY Pastor Olavó Feijó
São os Filhos presentes do Senhor?
Salmos 127:3 - Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão.
------
O Salmo 127 é o texto clássico sobre o papel do Senhor, na construção do lar espiritualmente saudável. No seu verso 3, ele diz: “Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que Ele dá” (Salmo 127:3).
Por alguma razão no passado, o verso 5, que fala da vantagem de muitos filhos, na família patriarcal, tem sido usado como uma recomendação bíblica para que a família seja grande. Pior do que isso, o Salmo 127 tem sido usado também para justificar trazer filhos ao mundo, mesmo quando marido e mulher não tenham condições econômicas ou espirituais para ensinar as crianças “no caminho em que devem andar”.
Felizmente, existe a possibilidade de ver no verso 3 a mensagem de que os pais assumem uma grande responsabilidade, quando geram filhos. Afinal de contas, se as crianças são uma “recompensa” do Senhor, o mínimo que um cristão deveria fazer seria cuidar muito bem desta dádiva. De qualquer maneira, não importando as interpretações, o Salmo deixa óbvia a mensagem da imensa responsabilidade paterna e materna, na manutenção do bem-estar dos filhos que resolveram ter. Pais são responsáveis diante do Senhor. É incontável o número de pessoas desviadas do Senhor, pelo péssimo tratamento que receberam dos pais. Filhos espiritualmente saudáveis sempre são gratos pelo exemplo bíblico dos seus pais.
Salmos 127:3 - Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão.
------
O Salmo 127 é o texto clássico sobre o papel do Senhor, na construção do lar espiritualmente saudável. No seu verso 3, ele diz: “Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que Ele dá” (Salmo 127:3).
Por alguma razão no passado, o verso 5, que fala da vantagem de muitos filhos, na família patriarcal, tem sido usado como uma recomendação bíblica para que a família seja grande. Pior do que isso, o Salmo 127 tem sido usado também para justificar trazer filhos ao mundo, mesmo quando marido e mulher não tenham condições econômicas ou espirituais para ensinar as crianças “no caminho em que devem andar”.
Felizmente, existe a possibilidade de ver no verso 3 a mensagem de que os pais assumem uma grande responsabilidade, quando geram filhos. Afinal de contas, se as crianças são uma “recompensa” do Senhor, o mínimo que um cristão deveria fazer seria cuidar muito bem desta dádiva. De qualquer maneira, não importando as interpretações, o Salmo deixa óbvia a mensagem da imensa responsabilidade paterna e materna, na manutenção do bem-estar dos filhos que resolveram ter. Pais são responsáveis diante do Senhor. É incontável o número de pessoas desviadas do Senhor, pelo péssimo tratamento que receberam dos pais. Filhos espiritualmente saudáveis sempre são gratos pelo exemplo bíblico dos seus pais.
domingo, 18 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
BY Pastor Olavó Feijó
Gênesis 12:1 - Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
--
Quando Jeová prometeu uma terra especial para Abraão, colocou uma condição: O Senhor disse a Abraão - "Sai-te da tua terra, da tua parentela, da casa de teu pai, para a terra que Eu te mostrarei" (Gênesis 12:1).
O Senhor, como sempre, foi muito claro: "Abraão, se é você que quer entrar na terra futura, não tem outro jeito - você vai ter que abandonar sua terra do passado". Esta mesma lógica o Senhor aplica para toda a dinâmica da nossa vida espiritual. Na nossa visão egocêntrica e humana, queremos crescer espiritualmente, mas não queremos abandonar nosso velho território de vícios da lógica humana.
A lógica divina exige nossa fé: ela exige, hoje, que abandonemos nossas convenções meramente humanas. A não ser que assumamos esta postura, as promessas do Senhor não têm espaço para ser realizar em nós. As promessas divinas se realizam no nosso futuro. Mas elas dependem de nossa fé. E isto acontece no presente. Sem nenhuma garantia, além da palavra do Senhor. Viver pela fé é isto: antes de entrar, sair.
--
Quando Jeová prometeu uma terra especial para Abraão, colocou uma condição: O Senhor disse a Abraão - "Sai-te da tua terra, da tua parentela, da casa de teu pai, para a terra que Eu te mostrarei" (Gênesis 12:1).
O Senhor, como sempre, foi muito claro: "Abraão, se é você que quer entrar na terra futura, não tem outro jeito - você vai ter que abandonar sua terra do passado". Esta mesma lógica o Senhor aplica para toda a dinâmica da nossa vida espiritual. Na nossa visão egocêntrica e humana, queremos crescer espiritualmente, mas não queremos abandonar nosso velho território de vícios da lógica humana.
A lógica divina exige nossa fé: ela exige, hoje, que abandonemos nossas convenções meramente humanas. A não ser que assumamos esta postura, as promessas do Senhor não têm espaço para ser realizar em nós. As promessas divinas se realizam no nosso futuro. Mas elas dependem de nossa fé. E isto acontece no presente. Sem nenhuma garantia, além da palavra do Senhor. Viver pela fé é isto: antes de entrar, sair.
terça-feira, 13 de abril de 2010
By Pastor Olavo Feijó
Atos dos Apóstolos 20:9 - E, estando um certo jovem, por nome Êutico, assentado numa janela, caiu do terceiro andar, tomado de um sono profundo que lhe sobreveio durante o extenso discurso de Paulo; e foi levantado morto.
---
Pregando aos irmãos de Trôade, Paulo se estendeu até a meia-noite: "um jovem chamado Êutico, que estava sentado em uma janela, adormeceu profundamente durante o longo discurso de Paulo. Vencido pelo sono, caiu do terceiro andar. Quando o levantaram, estava morto" (Atos 20:9).
A oportunidade era especial: Paulo iria ficar somente uma semana em Trôade e os cristãos queriam ouvi-lo cada vez mais. No primeiro dia da semana, o jovem Êutico e sua família foram ouvir o Apóstolo, que falou até o amanhecer. O tempo de resistência do jovem Êutico foi a meia-noite. Sentado na janela, cansou, adormeceu, caiu e morreu. Diante do tumulto, Paulo não se abalou. Interrompeu o culto, desceu os três andares e ressuscitou o rapaz. Voltou ao salão e continuou sua pregação, para o benefício de todos. Sem repreender ninguém.
O Senhor sabe dos nossos cansaços. Ele entende que Seu desejo de nos instruir é grande, mas nossa atenção é pequena. Por isso, quando dormimos e caímos, Ele desce até nós, nos reanima e nos fortalece. O cansaço pode nos matar, a graça compreensiva do Senhor sempre nos ressuscita.
---
Pregando aos irmãos de Trôade, Paulo se estendeu até a meia-noite: "um jovem chamado Êutico, que estava sentado em uma janela, adormeceu profundamente durante o longo discurso de Paulo. Vencido pelo sono, caiu do terceiro andar. Quando o levantaram, estava morto" (Atos 20:9).
A oportunidade era especial: Paulo iria ficar somente uma semana em Trôade e os cristãos queriam ouvi-lo cada vez mais. No primeiro dia da semana, o jovem Êutico e sua família foram ouvir o Apóstolo, que falou até o amanhecer. O tempo de resistência do jovem Êutico foi a meia-noite. Sentado na janela, cansou, adormeceu, caiu e morreu. Diante do tumulto, Paulo não se abalou. Interrompeu o culto, desceu os três andares e ressuscitou o rapaz. Voltou ao salão e continuou sua pregação, para o benefício de todos. Sem repreender ninguém.
O Senhor sabe dos nossos cansaços. Ele entende que Seu desejo de nos instruir é grande, mas nossa atenção é pequena. Por isso, quando dormimos e caímos, Ele desce até nós, nos reanima e nos fortalece. O cansaço pode nos matar, a graça compreensiva do Senhor sempre nos ressuscita.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
Atos dos Apóstolos 9:5 - E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões.
Lucas descreve a conversão de Saulo de Tarso e o diálogo dele com Jesus: “Saulo perguntou – Quem és Senhor? - Ele respondeu – Eu sou Jesus, a quem tu persegues” (Atos 9:5).
---
Enquanto perseguidor dos seguidores do “caminho”, Saulo o fazia com motivos os mais religiosos. Ele levava mais a sério as interpretações tradicionais da Lei de Moisés, do que o Senhor da Lei de Moisés. Para Saulo, Jeová somente poderia agir dentro dos parâmetros dos doutores da Lei fariseus. O que não fosse ensino rabínico seria heresia e deveria ser perseguido a ferro e fogo.
Hoje em dia, a quem perseguimos? Dentro de qual tradição religiosa decidimos prender o Senhor, que dizemos cultivar? A Bíblia nos adverte quanto ao “zelo amargo de doutrina”, em nome do que perseguimos os que discordam de nós. Anos depois de sua conversão a Jesus, Paulo atribuiu seu furor de perseguidor à sua ignorância espiritual. A quem perseguimos? E em nome de qual, de nossas ignorâncias? O Filho do Homem não veio para julgar, mas para dar uma vida abundante. Não veio para perseguir, mas para ajudar. O Cristo nunca impôs sua mensagem: Ele sempre apelou para a livre decisão dos seus discípulos. Hoje, a quem perseguimos?
Lucas descreve a conversão de Saulo de Tarso e o diálogo dele com Jesus: “Saulo perguntou – Quem és Senhor? - Ele respondeu – Eu sou Jesus, a quem tu persegues” (Atos 9:5).
---
Enquanto perseguidor dos seguidores do “caminho”, Saulo o fazia com motivos os mais religiosos. Ele levava mais a sério as interpretações tradicionais da Lei de Moisés, do que o Senhor da Lei de Moisés. Para Saulo, Jeová somente poderia agir dentro dos parâmetros dos doutores da Lei fariseus. O que não fosse ensino rabínico seria heresia e deveria ser perseguido a ferro e fogo.
Hoje em dia, a quem perseguimos? Dentro de qual tradição religiosa decidimos prender o Senhor, que dizemos cultivar? A Bíblia nos adverte quanto ao “zelo amargo de doutrina”, em nome do que perseguimos os que discordam de nós. Anos depois de sua conversão a Jesus, Paulo atribuiu seu furor de perseguidor à sua ignorância espiritual. A quem perseguimos? E em nome de qual, de nossas ignorâncias? O Filho do Homem não veio para julgar, mas para dar uma vida abundante. Não veio para perseguir, mas para ajudar. O Cristo nunca impôs sua mensagem: Ele sempre apelou para a livre decisão dos seus discípulos. Hoje, a quem perseguimos?
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
By Pastor Olavó Feijó
Atos dos Apóstolos 12:15 - E disseram-lhe: Estás fora de ti. Mas ela afirmava que assim era. E diziam: É o seu anjo.
---
Pedro fora preso pelo rei Herodes. A igreja, muito abatida, ficou orando pelo Apóstolo. Milagrosamente, ouvindo as orações, o Senhor mandou um anjo para libertar Pedro. Uma vez liberto, ele foi apresentar-se à igreja. Quando Rode disse aos irmãos que o Apóstolo estava à porta, a incredulidade foi geral: “Eles, porém, lhe disseram – Você está fora de si. Insistindo ela em afirmar que era Pedro, disseram-lhe – Deve ser o anjo dele” (Atos 12:15).
Não é de hoje que oramos e esquecemos de nos preparar para as respostas da oração. O Senhor sempre nos ouve. E sempre nos responde. O problema está conosco, quando não nos preparamos para a resposta divina.
Às vezes achamos que Ele vai dizer e o que nós ouvimos é um sim. Em outras ocasiões, convencemos-nos de que a lógica será abrir uma porta... E Ele a fecha. E há ocasiões quando a resposta é tão grande, que balançamos a cabeça e dizemos: “não pode ser Pedro”. Aí, vem uma jovem, que estava orando conosco, e insiste: Pedro foi libertado e está à porta. O pior é que, quando a incredulidade nos ataca, o jeito é arranjar explicações “religiosas”, garantindo piamente que “deve ser o anjo dele”. Não teria sido mais fácil ir até a porta, ver Pedro e agradecer a resposta da oração? Seria.
---
Pedro fora preso pelo rei Herodes. A igreja, muito abatida, ficou orando pelo Apóstolo. Milagrosamente, ouvindo as orações, o Senhor mandou um anjo para libertar Pedro. Uma vez liberto, ele foi apresentar-se à igreja. Quando Rode disse aos irmãos que o Apóstolo estava à porta, a incredulidade foi geral: “Eles, porém, lhe disseram – Você está fora de si. Insistindo ela em afirmar que era Pedro, disseram-lhe – Deve ser o anjo dele” (Atos 12:15).
Não é de hoje que oramos e esquecemos de nos preparar para as respostas da oração. O Senhor sempre nos ouve. E sempre nos responde. O problema está conosco, quando não nos preparamos para a resposta divina.
Às vezes achamos que Ele vai dizer e o que nós ouvimos é um sim. Em outras ocasiões, convencemos-nos de que a lógica será abrir uma porta... E Ele a fecha. E há ocasiões quando a resposta é tão grande, que balançamos a cabeça e dizemos: “não pode ser Pedro”. Aí, vem uma jovem, que estava orando conosco, e insiste: Pedro foi libertado e está à porta. O pior é que, quando a incredulidade nos ataca, o jeito é arranjar explicações “religiosas”, garantindo piamente que “deve ser o anjo dele”. Não teria sido mais fácil ir até a porta, ver Pedro e agradecer a resposta da oração? Seria.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
By Pastor Olavó Feijó
Atos dos Apóstolos 1:7 - E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.
---
Pouco antes de voltar aos céus, agora como ressuscitado, Cristo foi interrogado por seus discípulos sobre o estabelecimento final do “reino a Israel”. O Mestre aproveitou a oportunidade e deu uma resposta bem ampla: “Ele lhes respondeu – Não lhes compete saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade” (Atos 1:7).
É longa a lista de “profetas” e “profecias” que previram “com precisão” a data do fim do mundo. No momento, por causa dos cataclismas super noticiados pelos meios de comunicação, o assunto voltou a ser discutido. Em função disso, todo mundo é entrevistado. Menos Jesus.
Por que razão muitos cristãos não consultam Cristo, quando o assunto é “os tempos ou as datas”? Não será, talvez, por causa da resposta que Ele deu, quando os próprios discípulos Lhe perguntaram? Porque a resposta foi um seco: “não é da conta de vocês”. Então, como enfrentar o futuro, por mais apocalíptico que ele nos pareça? Simples: fazendo o que Ele nos mandou, imediatamente no verso 8: continuando a ser “testemunhas... até os confins da terra”. Com terremotos ou tsunamis, o negócio do cristão é continuar uma vida de comunhão com Cristo e testemunho de Cristo. Isto sim é da nossa obra.
---
Pouco antes de voltar aos céus, agora como ressuscitado, Cristo foi interrogado por seus discípulos sobre o estabelecimento final do “reino a Israel”. O Mestre aproveitou a oportunidade e deu uma resposta bem ampla: “Ele lhes respondeu – Não lhes compete saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade” (Atos 1:7).
É longa a lista de “profetas” e “profecias” que previram “com precisão” a data do fim do mundo. No momento, por causa dos cataclismas super noticiados pelos meios de comunicação, o assunto voltou a ser discutido. Em função disso, todo mundo é entrevistado. Menos Jesus.
Por que razão muitos cristãos não consultam Cristo, quando o assunto é “os tempos ou as datas”? Não será, talvez, por causa da resposta que Ele deu, quando os próprios discípulos Lhe perguntaram? Porque a resposta foi um seco: “não é da conta de vocês”. Então, como enfrentar o futuro, por mais apocalíptico que ele nos pareça? Simples: fazendo o que Ele nos mandou, imediatamente no verso 8: continuando a ser “testemunhas... até os confins da terra”. Com terremotos ou tsunamis, o negócio do cristão é continuar uma vida de comunhão com Cristo e testemunho de Cristo. Isto sim é da nossa obra.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
By Pastor Olavo Feijó
Pressa para o Senhor
Salmos 22:19 - Mas tu, SENHOR, não te alongues de mim. Força minha, apressa-te em socorrer-me.
---
Há comentaristas que chamam de "messiânico" o Salmo 22, porque seu texto apresenta detalhes da crucificação de Jesus. O verso 19, entretanto, descreve os sentimentos de muitos de nós: "Mas Tu Senhor, não te alongues de mim, força minha, apressa-te em socorrer-me" (Salmo 22:19).
A maioria dos nossos problemas aumenta de intensidade, quando não resolvida a tempo. A inflamação se espalha. A dor se intensifica. A ansiedade prejudica o raciocínio. Daí nossa preocupação, que nos empurra na busca de saída ou de solução.
Quando lemos a Bíblia, uma das coisas que mais encontramos é a ansiedade. No livro de Salmos, então, temos um desfile de orações ansiosas, angustiadas. Esta constatação é importante porque, ao vermos nossas próprias ansiedades, descobrimos que não somos diferentes dos crentes da Bíblia. Como o Salmista, todos nós repetimos: "apressa-te em socorrer-me". Enquanto não percebemos o socorro divino, porém, a ansiedade nos incomoda. E o que é pior, ela nos intimida, sugerindo que nossa fé esteja ficando fraca. Olhemos para nosso passado: quantas vezes o Senhor nos ajudou! Diante disso, a Bíblia afirma: o que Ele fez no passado, fará no futuro. Nós mudamos, mas Ele não.
Salmos 22:19 - Mas tu, SENHOR, não te alongues de mim. Força minha, apressa-te em socorrer-me.
---
Há comentaristas que chamam de "messiânico" o Salmo 22, porque seu texto apresenta detalhes da crucificação de Jesus. O verso 19, entretanto, descreve os sentimentos de muitos de nós: "Mas Tu Senhor, não te alongues de mim, força minha, apressa-te em socorrer-me" (Salmo 22:19).
A maioria dos nossos problemas aumenta de intensidade, quando não resolvida a tempo. A inflamação se espalha. A dor se intensifica. A ansiedade prejudica o raciocínio. Daí nossa preocupação, que nos empurra na busca de saída ou de solução.
Quando lemos a Bíblia, uma das coisas que mais encontramos é a ansiedade. No livro de Salmos, então, temos um desfile de orações ansiosas, angustiadas. Esta constatação é importante porque, ao vermos nossas próprias ansiedades, descobrimos que não somos diferentes dos crentes da Bíblia. Como o Salmista, todos nós repetimos: "apressa-te em socorrer-me". Enquanto não percebemos o socorro divino, porém, a ansiedade nos incomoda. E o que é pior, ela nos intimida, sugerindo que nossa fé esteja ficando fraca. Olhemos para nosso passado: quantas vezes o Senhor nos ajudou! Diante disso, a Bíblia afirma: o que Ele fez no passado, fará no futuro. Nós mudamos, mas Ele não.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
By Pastor Olavo Feijó
2 Coríntios 12:9 - E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.
---
Todo crente sincero é perseguido por algum espinho. Quem vence o espinho é o poder do Senhor.
---
Todo crente sincero é perseguido por algum espinho. Quem vence o espinho é o poder do Senhor.
domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
By Pastor Sérgio Fernandes
Mateus 28:8 - E, saindo elas pressurosamente do sepulcro, com temor e grande alegria, correram a anunciá-lo aos seus discípulos.
Quando um coração é aquecido com palavras de esperança vindas de Deus, duas coisas ocorreram a este coração: (1) o temor nascerá novamente nele. Temer a Deus é respeitá-lo, reverenciá-lo. É reconhecer Sua soberania e acreditar no seu cuidado. O coração esperançoso está cheio do temor divino. (2) a alegria transbordará sem parar. Um coração com esperança está alegre.
É por isso que o povo de Deus vive uma vida radiante, que incomoda aqueles que rejeitam o amor divino. O Senhor quer restaurar seu temor e alegria! Volte a acreditar! Volte a confiar!
Viver com Cristo é muito melhor do que aceitar essa derrota em sua vida!
Deus te abençoe!
Quando um coração é aquecido com palavras de esperança vindas de Deus, duas coisas ocorreram a este coração: (1) o temor nascerá novamente nele. Temer a Deus é respeitá-lo, reverenciá-lo. É reconhecer Sua soberania e acreditar no seu cuidado. O coração esperançoso está cheio do temor divino. (2) a alegria transbordará sem parar. Um coração com esperança está alegre.
É por isso que o povo de Deus vive uma vida radiante, que incomoda aqueles que rejeitam o amor divino. O Senhor quer restaurar seu temor e alegria! Volte a acreditar! Volte a confiar!
Viver com Cristo é muito melhor do que aceitar essa derrota em sua vida!
Deus te abençoe!
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)
