quarta-feira, 30 de junho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
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sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijo
Trevas Tremendas
Mateus 6:23 - Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!
--------
Jesus mostra a relação entre aquilo que olhamos e nossa vida interior: "Mas se os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, se a luz que está dentro de vocês são trevas, que tremendas trevas são" (Mateus 6:23).
Nossa vida interior depende daquilo que selecionamos na vida exterior. De acordo com o Mestre, nossos olhos são o mais poderoso instrumento de nossa percepção do mundo. "Olhos bons" representam os valores espirituais negativos, que nos levam a buscar situações e pessoas que pertencem às trevas. Viver com olhos maus é viver em trevas tremendas.
O conselho de Paulo é que vivamos "olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé". Olhar para Jesus é buscar a comunhão com Ele. Olhar para Jesus é iluminar os olhos. E olhos iluminados possibilitam luz interior. Cuidar de nossa vida espiritual, portanto, implica disciplinar os nossos olhos. Evitar "a concupicência dos olhos" é desviar nossa atenção daquilo que se caracteriza pelo pecado. Jesus é o melhor colírio para os olhos. É a garantia para andar na luz.
Mateus 6:23 - Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!
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Jesus mostra a relação entre aquilo que olhamos e nossa vida interior: "Mas se os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, se a luz que está dentro de vocês são trevas, que tremendas trevas são" (Mateus 6:23).
Nossa vida interior depende daquilo que selecionamos na vida exterior. De acordo com o Mestre, nossos olhos são o mais poderoso instrumento de nossa percepção do mundo. "Olhos bons" representam os valores espirituais negativos, que nos levam a buscar situações e pessoas que pertencem às trevas. Viver com olhos maus é viver em trevas tremendas.
O conselho de Paulo é que vivamos "olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé". Olhar para Jesus é buscar a comunhão com Ele. Olhar para Jesus é iluminar os olhos. E olhos iluminados possibilitam luz interior. Cuidar de nossa vida espiritual, portanto, implica disciplinar os nossos olhos. Evitar "a concupicência dos olhos" é desviar nossa atenção daquilo que se caracteriza pelo pecado. Jesus é o melhor colírio para os olhos. É a garantia para andar na luz.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
O Dia de Amanhã
Mateus 6:34 - Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.
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Um dos fortes ensinamentos dados por Jesus, no sermão do Monte, é a desnecessidade da preocupação: “Não vos inquieteis pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo...” (Mateus 6:34).
A experiência humana ensina que nossa estabilidade no futuro deve ser construída no presente, enquanto nossa capacidade de ganho persiste. A idéia de economizar e também planejar o futuro não é insensata. Ela somente começa a ficar neurótica, a partir do momento em que nos preocupamos tanto com o futuro, que as atividades do presente passam a ser prejudicadas.
Este é o ponto de Jesus: a preocupação é nociva. O “inquietar-se pelo dia de amanhã” não ajuda nosso trabalho, nossa produtividade. Para reforçar Seu ensino, o Mestre oferece uma garantia. Por que “o dia de amanhã cuidará de si mesmo”? Simplesmente porque Ele, Cristo, já está no futuro, da mesma maneira que está no presente. Por isso, assim como Ele está hoje garantindo nosso sustento e nossa saúde, quando chegar o amanhã, pelo fato de Ele estar lá, nosso bem-estar está garantido. O dia de amanhã cuidará de si mesmo, pelo poder do Senhor Jesus Cristo.
Mateus 6:34 - Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.
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Um dos fortes ensinamentos dados por Jesus, no sermão do Monte, é a desnecessidade da preocupação: “Não vos inquieteis pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo...” (Mateus 6:34).
A experiência humana ensina que nossa estabilidade no futuro deve ser construída no presente, enquanto nossa capacidade de ganho persiste. A idéia de economizar e também planejar o futuro não é insensata. Ela somente começa a ficar neurótica, a partir do momento em que nos preocupamos tanto com o futuro, que as atividades do presente passam a ser prejudicadas.
Este é o ponto de Jesus: a preocupação é nociva. O “inquietar-se pelo dia de amanhã” não ajuda nosso trabalho, nossa produtividade. Para reforçar Seu ensino, o Mestre oferece uma garantia. Por que “o dia de amanhã cuidará de si mesmo”? Simplesmente porque Ele, Cristo, já está no futuro, da mesma maneira que está no presente. Por isso, assim como Ele está hoje garantindo nosso sustento e nossa saúde, quando chegar o amanhã, pelo fato de Ele estar lá, nosso bem-estar está garantido. O dia de amanhã cuidará de si mesmo, pelo poder do Senhor Jesus Cristo.
terça-feira, 15 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Andar nos Caminhos Direitos
Provérbios 4:11 - No caminho da sabedoria te ensinei, e por veredas de retidão te fiz andar.
-------------
Um dos sábios conselhos do livro de Provérbios é insistir com os filhos, no sentido de levar a sério a orientação dos seus pais: “No caminho da sabedoria te ensinei e pelas carreiras direitas te fiz andar” (Provérbios 4:11).
“Chorar sobre o leite derramado” é o único consolo que resta para o desatento e leviano. Enquanto havia tempo, ao invés de prestar atenção às responsabilidades, o leviano preferiu se concentrar sobre o gozo rápido da superficialidade. Apesar das palavras de alerta recebidas.
Neste contexto, a palavra do Mestre é muito clara: “buscai primeiramente o Reino de Deus e a Sua justiça”. No vocabulário da Bíblia “justiça” significa, principalmente, viver em coerência com os princípios aprendidos. Ao aceitarmos a Cristo, recebemos Dele o desafio de manter uma vida de obediência aos Seus mandamentos de viver uma vida justa, de viver uma conduta coerente com nossa fé. Sabemos que o mundo tenta nos desviar do caminho certo. E que, não raro, nós fugimos da carreira direita. Nestes casos, é importante não esquecer o que o Mestre nos disse: “estarei convosco todos os dias”. A garantia de andar nos caminhos direitos é não deixar de olhar para Jesus. E segurar nas Suas mãos estendidas.
Provérbios 4:11 - No caminho da sabedoria te ensinei, e por veredas de retidão te fiz andar.
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Um dos sábios conselhos do livro de Provérbios é insistir com os filhos, no sentido de levar a sério a orientação dos seus pais: “No caminho da sabedoria te ensinei e pelas carreiras direitas te fiz andar” (Provérbios 4:11).
“Chorar sobre o leite derramado” é o único consolo que resta para o desatento e leviano. Enquanto havia tempo, ao invés de prestar atenção às responsabilidades, o leviano preferiu se concentrar sobre o gozo rápido da superficialidade. Apesar das palavras de alerta recebidas.
Neste contexto, a palavra do Mestre é muito clara: “buscai primeiramente o Reino de Deus e a Sua justiça”. No vocabulário da Bíblia “justiça” significa, principalmente, viver em coerência com os princípios aprendidos. Ao aceitarmos a Cristo, recebemos Dele o desafio de manter uma vida de obediência aos Seus mandamentos de viver uma vida justa, de viver uma conduta coerente com nossa fé. Sabemos que o mundo tenta nos desviar do caminho certo. E que, não raro, nós fugimos da carreira direita. Nestes casos, é importante não esquecer o que o Mestre nos disse: “estarei convosco todos os dias”. A garantia de andar nos caminhos direitos é não deixar de olhar para Jesus. E segurar nas Suas mãos estendidas.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Luz para as minhas trevas |
Salmos 18:28 - Porque tu acenderás a minha candeia; o SENHOR meu Deus iluminará as minhas trevas.
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Depois que o Senhor o livrou de todos os seus inimigos, Davi se sentiu libertado da sua vivência de trevas: “Porque Tu acenderás a minha lâmpada. O Senhor meu Deus alumiará as minhas trevas” (Salmo 18:28).
Quando as coisas não vão bem e as pessoas nos ameaçam, tudo ao redor é escuridão. Olhando para o final do túnel, nem sequer uma luzinha aparece... A maldade e a injustiça afetam as luzes de nossa percepção e de nossa compreensão. Nada pior do que tatear nas trevas.
Da mesma maneira que as trevas ficaram ligadas com mal-estar, a luminosidade se relaciona com a esperança e os caminhos possíveis. À medida que seus inimigos foram eliminados, o rei Davi foi tendo melhor perspectiva de sua vida e foi compreendendo que a fonte de sua reabilitação reside na luz divina. A luz que o cristão possui para poder iluminar o mundo é, essencialmente, um reflexo da luz divina brilhando em sua alma. Nossa luz pode até ficar enfraquecida e bruxoleante. Entretanto, sempre temos a oportunidade de ter nossa tomada interior religada com a energia do Senhor. O Senhor é nossa perene usina de energia luminosa. Quando cultivamos nossa ligação com Ele, temos luz para as nossas trevas.
Salmos 18:28 - Porque tu acenderás a minha candeia; o SENHOR meu Deus iluminará as minhas trevas.
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Depois que o Senhor o livrou de todos os seus inimigos, Davi se sentiu libertado da sua vivência de trevas: “Porque Tu acenderás a minha lâmpada. O Senhor meu Deus alumiará as minhas trevas” (Salmo 18:28).
Quando as coisas não vão bem e as pessoas nos ameaçam, tudo ao redor é escuridão. Olhando para o final do túnel, nem sequer uma luzinha aparece... A maldade e a injustiça afetam as luzes de nossa percepção e de nossa compreensão. Nada pior do que tatear nas trevas.
Da mesma maneira que as trevas ficaram ligadas com mal-estar, a luminosidade se relaciona com a esperança e os caminhos possíveis. À medida que seus inimigos foram eliminados, o rei Davi foi tendo melhor perspectiva de sua vida e foi compreendendo que a fonte de sua reabilitação reside na luz divina. A luz que o cristão possui para poder iluminar o mundo é, essencialmente, um reflexo da luz divina brilhando em sua alma. Nossa luz pode até ficar enfraquecida e bruxoleante. Entretanto, sempre temos a oportunidade de ter nossa tomada interior religada com a energia do Senhor. O Senhor é nossa perene usina de energia luminosa. Quando cultivamos nossa ligação com Ele, temos luz para as nossas trevas.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
O Vínculo da Perfeição
Colossenses 3:14 - E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.
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Após uma série de conselhos sobre a vida que os cristãos devem levar, o Apóstolo Paulo instrui: “E sobre tudo isso, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14).
Nem sempre tratamos bem os outros a partir da motivação maior. Quando o medo nos motiva a obedecer, assim que a causa do medo desaparece resolvemos desobedecer. Quando nos pagam bem para elogiar, no momento que o pagamento desaparece nós nos sentimos livres para apontar defeitos e criticar. O que determina a resistência final de uma corrente é o seu elo, o seu vínculo, mais fraco.
Esta é a razão por que Paulo recomenda a atitude do amor como o elo que determina a resistência do bom relacionamento. O amor é o elo da perfeição: ele é o vínculo de maior força, na corrente de nossos relacionamentos. Porque o amor vem do Senhor, que “nos amou primeiro”, tudo aquilo que se fundamenta no amor adquire resistência e continuidade. Quando somos motivados pelo Senhor, continuamos amando mesmo recebendo ingratidão e falta de reconhecimento. O amor não depende de troco. O amor é. O amor permanece. Porque o amor é de Deus, ele é o vínculo9 da perfeição.
Colossenses 3:14 - E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.
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Após uma série de conselhos sobre a vida que os cristãos devem levar, o Apóstolo Paulo instrui: “E sobre tudo isso, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição” (Colossenses 3:14).
Nem sempre tratamos bem os outros a partir da motivação maior. Quando o medo nos motiva a obedecer, assim que a causa do medo desaparece resolvemos desobedecer. Quando nos pagam bem para elogiar, no momento que o pagamento desaparece nós nos sentimos livres para apontar defeitos e criticar. O que determina a resistência final de uma corrente é o seu elo, o seu vínculo, mais fraco.
Esta é a razão por que Paulo recomenda a atitude do amor como o elo que determina a resistência do bom relacionamento. O amor é o elo da perfeição: ele é o vínculo de maior força, na corrente de nossos relacionamentos. Porque o amor vem do Senhor, que “nos amou primeiro”, tudo aquilo que se fundamenta no amor adquire resistência e continuidade. Quando somos motivados pelo Senhor, continuamos amando mesmo recebendo ingratidão e falta de reconhecimento. O amor não depende de troco. O amor é. O amor permanece. Porque o amor é de Deus, ele é o vínculo9 da perfeição.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Espírito de Temor
2 Timóteo 1:7 - Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.
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Orientando o ministério do jovem missionário Timóteo, Paulo escreve: “Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza e de amor e de moderação” (II Timóteo 1:7).
Viver com medo é deprimente. Parece que tudo e todos se reuniram para nos fazer mal. Não dá para confiar em ninguém. E até dormindo, os sonhos se mudam para pesadelos. Cada dia vivido com medo é mais uma tortura que sofremos da vida. O ponto pior é quando concluímos que até o Senhor está querendo nos atacar.
Paulo é contra tudo isso. Ele afirma que, quando nos entregamos nas mãos protetoras de Deus, o “espírito de temor” é destruído. Em seu lugar, Dele recebemos o espírito “de fortaleza, de amor e de moderação”. O Apóstolo João confirma Paulo, quando diz: “Deus é amor. O amor lança fora o medo”. Quem ama o desafio não tem medo de derrota. Quem ama as coisas bem feitas não tem medo de se cansar, para que tudo saia direito. Mas o segredo está no amor divino. Em aceitá-lo na vida e testar o seu poder libertador. O segredo não reside em lutar contra o medo – o segredo se encontra em deixar o amor do Senhor nos fortalecer. Ele lança fora o medo.
2 Timóteo 1:7 - Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.
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Orientando o ministério do jovem missionário Timóteo, Paulo escreve: “Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza e de amor e de moderação” (II Timóteo 1:7).
Viver com medo é deprimente. Parece que tudo e todos se reuniram para nos fazer mal. Não dá para confiar em ninguém. E até dormindo, os sonhos se mudam para pesadelos. Cada dia vivido com medo é mais uma tortura que sofremos da vida. O ponto pior é quando concluímos que até o Senhor está querendo nos atacar.
Paulo é contra tudo isso. Ele afirma que, quando nos entregamos nas mãos protetoras de Deus, o “espírito de temor” é destruído. Em seu lugar, Dele recebemos o espírito “de fortaleza, de amor e de moderação”. O Apóstolo João confirma Paulo, quando diz: “Deus é amor. O amor lança fora o medo”. Quem ama o desafio não tem medo de derrota. Quem ama as coisas bem feitas não tem medo de se cansar, para que tudo saia direito. Mas o segredo está no amor divino. Em aceitá-lo na vida e testar o seu poder libertador. O segredo não reside em lutar contra o medo – o segredo se encontra em deixar o amor do Senhor nos fortalecer. Ele lança fora o medo.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
O Envelhecimento dos Ossos |
Salmos 32:3 - Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia.
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O Salmo 32 é um dos textos mais lindos e mais profundos, sobre o impacto do arrependimento e do perdão. Por contraste, o Salmista descreve o inferno em que viveu, enquanto não conseguiu o arrependimento: "Enquanto eu me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia" (Salmo 32:3).
Para que haja arrependimento é necessário que ocorra confissão de pecado. E é neste ponto, talvez, que o processo espiritual fique emperrado. Reconhecer o próprio erro é doloroso. Por isso, exige maturidade espiritual e humildade diante do Senhor. O preço do não reconhecimento dos próprios erros, porém, é alto e devastador. A imagem usada por Davi é forte: recusar o reconhecimento e a confissão é pior que a osteoporose, que destrói a força dos ossos.
Por outro lado, o reconhecimento de pecado e o perdão do Senhor constituem bálsamo e fortificante para nossos ossos e nossa alma. Que o diga quem já experimentou tudo isso. Por essa razão, o Salmo 32 começa com o hino: "Bem aventurado aquele cuja transgressão é perdoada e cujo pecado é coberto". É fortalecimento para os nossos ossos.
Salmos 32:3 - Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia.
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O Salmo 32 é um dos textos mais lindos e mais profundos, sobre o impacto do arrependimento e do perdão. Por contraste, o Salmista descreve o inferno em que viveu, enquanto não conseguiu o arrependimento: "Enquanto eu me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia" (Salmo 32:3).
Para que haja arrependimento é necessário que ocorra confissão de pecado. E é neste ponto, talvez, que o processo espiritual fique emperrado. Reconhecer o próprio erro é doloroso. Por isso, exige maturidade espiritual e humildade diante do Senhor. O preço do não reconhecimento dos próprios erros, porém, é alto e devastador. A imagem usada por Davi é forte: recusar o reconhecimento e a confissão é pior que a osteoporose, que destrói a força dos ossos.
Por outro lado, o reconhecimento de pecado e o perdão do Senhor constituem bálsamo e fortificante para nossos ossos e nossa alma. Que o diga quem já experimentou tudo isso. Por essa razão, o Salmo 32 começa com o hino: "Bem aventurado aquele cuja transgressão é perdoada e cujo pecado é coberto". É fortalecimento para os nossos ossos.
terça-feira, 8 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Nosso Brilho é glória Dele
Mateus 5:16 - Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
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Qual é a melhor motivação para termos um comportamento de bom testemunho cristão? Jesus responde: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16).
Há quem procure “dar bom testemunho” cristão levado por um sentimento de dever, quer goste, quer não goste. Outros, ainda, se preocupam com os benefícios pessoais, advindos do testemunho: esta postura é mais a de barganha – se eu fizer minha parte, o Senhor terá que fazer a Dele. A lista das motivações discutíveis geralmente é muito longa.
Quase que ignorando todas as outras possíveis motivações para o bom testemunho, Jesus afirma claramente quando agimos cristãmente, damos aos homens um argumento indiscutível para glorificar o Pai celeste. Afinal de contas, a raiz do pecado é a rejeição da soberania do Senhor sobre nossa vida. Nosso bom testemunho é a didática eficiente que o Pai usa, para ensinar que viver em comunhão com o Senhor significa tudo de bom e construtivo. O testemunho cristão é tão naturalmente bom e construtivo que chega a resplandecer. E anunciar: a origem é Deus! O brilho é nosso, mas a glória é Dele.
Mateus 5:16 - Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
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Qual é a melhor motivação para termos um comportamento de bom testemunho cristão? Jesus responde: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16).
Há quem procure “dar bom testemunho” cristão levado por um sentimento de dever, quer goste, quer não goste. Outros, ainda, se preocupam com os benefícios pessoais, advindos do testemunho: esta postura é mais a de barganha – se eu fizer minha parte, o Senhor terá que fazer a Dele. A lista das motivações discutíveis geralmente é muito longa.
Quase que ignorando todas as outras possíveis motivações para o bom testemunho, Jesus afirma claramente quando agimos cristãmente, damos aos homens um argumento indiscutível para glorificar o Pai celeste. Afinal de contas, a raiz do pecado é a rejeição da soberania do Senhor sobre nossa vida. Nosso bom testemunho é a didática eficiente que o Pai usa, para ensinar que viver em comunhão com o Senhor significa tudo de bom e construtivo. O testemunho cristão é tão naturalmente bom e construtivo que chega a resplandecer. E anunciar: a origem é Deus! O brilho é nosso, mas a glória é Dele.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
BY - Pastor Olva Feijó
Jesus tem Misericórdia |
Marcos 10:47 - E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim.
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Bartimeu era cego, mas não era surdo. Ele já tinha ouvido falar de Jesus e de seus poderes. “Quando Bartimeu soube que Jesus de Nazaré estava perto, começou a clamar – Jesus, Filho de Deus, tem misericórdias de mim” (Marcos 10:47).
A vida não é fácil e, muitas vezes, nos parece dura e impiedosa. Olhamos para os lados e não vemos saídas. Olhamos para as pessoas e não vemos ajuda. Não raro, nós nos sentimos como Bartimeu: cegos e mendigos à beira da estrada.
O Senhor é a fonte da misericórdia. Apesar de nossas maldades, Ele nos ajuda com paciência e com carinho. Entretanto, depois de termos vivenciado tantas desilusões e tantas injustiças, passamos a acreditar que nem o Senhor está ligando para nós. A narrativa dos Evangelhos, porém, diz-nos que o Senhor atendeu a todas as pessoas que se dirigiram a Ele, chamando por misericórdia. No caso de Bartimeu, mesmo quando lhe mandaram calar a boca, ele insistiu e foi ouvido pelo Mestre, que curou a sua cegueira. Ao invés da dar ouvidos ao mundo, no seu esforço de nos desencorajar, insistamos em pedir a ajuda de Jesus Cristo. Ele sempre tem misericórdia.
Marcos 10:47 - E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim.
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Bartimeu era cego, mas não era surdo. Ele já tinha ouvido falar de Jesus e de seus poderes. “Quando Bartimeu soube que Jesus de Nazaré estava perto, começou a clamar – Jesus, Filho de Deus, tem misericórdias de mim” (Marcos 10:47).
A vida não é fácil e, muitas vezes, nos parece dura e impiedosa. Olhamos para os lados e não vemos saídas. Olhamos para as pessoas e não vemos ajuda. Não raro, nós nos sentimos como Bartimeu: cegos e mendigos à beira da estrada.
O Senhor é a fonte da misericórdia. Apesar de nossas maldades, Ele nos ajuda com paciência e com carinho. Entretanto, depois de termos vivenciado tantas desilusões e tantas injustiças, passamos a acreditar que nem o Senhor está ligando para nós. A narrativa dos Evangelhos, porém, diz-nos que o Senhor atendeu a todas as pessoas que se dirigiram a Ele, chamando por misericórdia. No caso de Bartimeu, mesmo quando lhe mandaram calar a boca, ele insistiu e foi ouvido pelo Mestre, que curou a sua cegueira. Ao invés da dar ouvidos ao mundo, no seu esforço de nos desencorajar, insistamos em pedir a ajuda de Jesus Cristo. Ele sempre tem misericórdia.
sábado, 5 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
A Marca de Cristo
2 Coríntios 1:22 - O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações.
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O Apóstolo Paulo diz que o Senhor "gravou em nós a Sua marca - Seu sinal de propriedade - e nos deu Seu Espírito Santo em nosso coração como garantia de que nós Lhe pertencemos..." (II Coríntios 1:22).
Os religiosos têm sido conhecidos negativamente por causa de alguns traços ruins. Em nome da religião, milhares e milhares mataram seus discordantes. Em nome da religião, milhares e milhares foram segregados e escravizados. A marca de muitos religiosos não tem sido sempre a marca de Cristo.
Paulo sempre insistiu no fato de que o cristão deve ser parecido com Cristo. Ele usou expressões como "nós, agora, temos a mente de Cristo". Disse, ainda, que devemos "ter o mesmo sentimento que houve em Cristo". Para o Apóstolo, isso tem um preço: permitir sermos "propriedade" do Senhor. Na medida em que o cristão aceita o senhorio do Cristo em sua vida, nesta exata medida a "Sua marca" é testemunhada e reconhecida pelo mundo. As palavras de nossa pregação sempre são comparadas com as atitudes da nossa conduta. Essa é a razão de precisarmos do "Espírito Santo em nosso coração" - é Ele que nos garante a marca de Cristo.
2 Coríntios 1:22 - O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações.
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O Apóstolo Paulo diz que o Senhor "gravou em nós a Sua marca - Seu sinal de propriedade - e nos deu Seu Espírito Santo em nosso coração como garantia de que nós Lhe pertencemos..." (II Coríntios 1:22).
Os religiosos têm sido conhecidos negativamente por causa de alguns traços ruins. Em nome da religião, milhares e milhares mataram seus discordantes. Em nome da religião, milhares e milhares foram segregados e escravizados. A marca de muitos religiosos não tem sido sempre a marca de Cristo.
Paulo sempre insistiu no fato de que o cristão deve ser parecido com Cristo. Ele usou expressões como "nós, agora, temos a mente de Cristo". Disse, ainda, que devemos "ter o mesmo sentimento que houve em Cristo". Para o Apóstolo, isso tem um preço: permitir sermos "propriedade" do Senhor. Na medida em que o cristão aceita o senhorio do Cristo em sua vida, nesta exata medida a "Sua marca" é testemunhada e reconhecida pelo mundo. As palavras de nossa pregação sempre são comparadas com as atitudes da nossa conduta. Essa é a razão de precisarmos do "Espírito Santo em nosso coração" - é Ele que nos garante a marca de Cristo.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
A Origem do Poder em Nós
Juízes 16:17 - E descobriu-lhe todo o seu coração, e disse-lhe: Nunca passou navalha pela minha cabeça, porque sou nazireu de Deus desde o ventre de minha mãe; se viesse a ser rapado, ir-se-ia de mim a minha força, e me enfraqueceria, e seria como qualquer outro homem.
-----
Assim que ficou adulto, Sansão foi desobedecendo seu voto de nazireu, de dedicação completa a Jeová, mas continuou acreditando que o segredo da sua força estava no seu cabelo. Disse ele a Dalila: “... Se cortarem o meu cabelo, perderei a força e ficarei tão fraco como qualquer outro homem” (Juízes 16:17).
Se a credulidade de Sansão fosse certa, todos os israelitas nazireus, de cabelo comprido, teriam força descomunal. Quando queremos aceitar uma superstição, não há argumento lógico capaz de nos impedir. Afinal de contas, não cortar o cabelo é muito mais fácil do que viver em obediência e comunhão com o Senhor...
Ainda que mal comparando, todos os cristãos são nazireus, porque somente pode ser cristão aquele que “morre para o mundo” e passa a “viver para Deus”. Existem, porém, entre nós uma variedade de superstições e crendices. Uma delas se chama “pagar o dízimo” – a superstição relativa do dízimo afirma que o dizimista fiel nunca ficará desempregado ou sem dinheiro. Uma outra superstição é conhecida como “oração forte”: ela teria tanto poder que, ao ouvi-la, o Senhor fica obrigado a responder. O poder do cristão não reside na pessoa dele ou em qualquer outro tipo de coisa que ele tenha ou que faça: “não pela força ou pela violência, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor”. Viver pela fé, então, é viver pelo espírito. A origem do poder em nós não está em nós, mas no Cristo que habita em nós.
Juízes 16:17 - E descobriu-lhe todo o seu coração, e disse-lhe: Nunca passou navalha pela minha cabeça, porque sou nazireu de Deus desde o ventre de minha mãe; se viesse a ser rapado, ir-se-ia de mim a minha força, e me enfraqueceria, e seria como qualquer outro homem.
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Assim que ficou adulto, Sansão foi desobedecendo seu voto de nazireu, de dedicação completa a Jeová, mas continuou acreditando que o segredo da sua força estava no seu cabelo. Disse ele a Dalila: “... Se cortarem o meu cabelo, perderei a força e ficarei tão fraco como qualquer outro homem” (Juízes 16:17).
Se a credulidade de Sansão fosse certa, todos os israelitas nazireus, de cabelo comprido, teriam força descomunal. Quando queremos aceitar uma superstição, não há argumento lógico capaz de nos impedir. Afinal de contas, não cortar o cabelo é muito mais fácil do que viver em obediência e comunhão com o Senhor...
Ainda que mal comparando, todos os cristãos são nazireus, porque somente pode ser cristão aquele que “morre para o mundo” e passa a “viver para Deus”. Existem, porém, entre nós uma variedade de superstições e crendices. Uma delas se chama “pagar o dízimo” – a superstição relativa do dízimo afirma que o dizimista fiel nunca ficará desempregado ou sem dinheiro. Uma outra superstição é conhecida como “oração forte”: ela teria tanto poder que, ao ouvi-la, o Senhor fica obrigado a responder. O poder do cristão não reside na pessoa dele ou em qualquer outro tipo de coisa que ele tenha ou que faça: “não pela força ou pela violência, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor”. Viver pela fé, então, é viver pelo espírito. A origem do poder em nós não está em nós, mas no Cristo que habita em nós.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
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