segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Nosso Ouro Refinado
Apocalipse 3:18 - Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.
--------
Os membros da igreja em Laodicéia a melhor impressão de si mesmos, considerando-se perfeitos e ricos. O Senhor Jesus, entretanto, denunciou a pobreza espiritual daqueles discípulos e lhes prescreveu: “Eu te aconselho que de im compres ouro refinado no fogo para te enriqueceres.” (Apocalipse 3:18).
Nada pior do que estar completamente pobre e viver na ilusão de nadar em riqueza. Se isto já é ruim com dinheiro, imagine quando se trata de vida espiritual. Há membros de igreja que só são “cristãos” da boca para fora. Jesus os chamou de “sepulcros caiados: bonitos por fora, mas com podridão por dentro”.
O remédio para sair da pobreza espiritual é levar a sério Jesus Cristo. Seu conselho é adquirir Seu “ouro refinado no fogo”. Esta imagem usada pelo Mestre evidencia quanto é coisa séria viver em comunhão com Cristo. Quanto mais forte o fogo, mais refinado e mais valorizado é o ouro. Em outras palavras, a riqueza espiritual que adquirimos, quando aceitamos viver obedientes a Cristo, não deve ser encarada como coisa fácil, barata. Ela sempre exige honestidade de compromisso. Ela sempre requer sinceridade de propósitos. Aqueles que já experimentaram viver as disciplinas requeridas por Cristo dão testemunho de que vale a pena. A escolha é nossa: viver em pobreza espiritual, ou de coração aberto, “comprar o ouro refinado no fogo”, oferecido por Cristo.
Apocalipse 3:18 - Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.
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Os membros da igreja em Laodicéia a melhor impressão de si mesmos, considerando-se perfeitos e ricos. O Senhor Jesus, entretanto, denunciou a pobreza espiritual daqueles discípulos e lhes prescreveu: “Eu te aconselho que de im compres ouro refinado no fogo para te enriqueceres.” (Apocalipse 3:18).
Nada pior do que estar completamente pobre e viver na ilusão de nadar em riqueza. Se isto já é ruim com dinheiro, imagine quando se trata de vida espiritual. Há membros de igreja que só são “cristãos” da boca para fora. Jesus os chamou de “sepulcros caiados: bonitos por fora, mas com podridão por dentro”.
O remédio para sair da pobreza espiritual é levar a sério Jesus Cristo. Seu conselho é adquirir Seu “ouro refinado no fogo”. Esta imagem usada pelo Mestre evidencia quanto é coisa séria viver em comunhão com Cristo. Quanto mais forte o fogo, mais refinado e mais valorizado é o ouro. Em outras palavras, a riqueza espiritual que adquirimos, quando aceitamos viver obedientes a Cristo, não deve ser encarada como coisa fácil, barata. Ela sempre exige honestidade de compromisso. Ela sempre requer sinceridade de propósitos. Aqueles que já experimentaram viver as disciplinas requeridas por Cristo dão testemunho de que vale a pena. A escolha é nossa: viver em pobreza espiritual, ou de coração aberto, “comprar o ouro refinado no fogo”, oferecido por Cristo.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
A Educação do Filho
Juízes 13:12 - Então disse Manoá: Cumpram-se as tuas palavras; mas qual será o modo de viver e o serviço do menino?
---
Quando um anjo disse a Manoá que ele teria um filho, o pai de Sansão fez a seguinte oração: "Então disse Manoá - Quando, pois, se cumprirem as tuas palavras,como e há de criar o menino e que fará ele?" (Juízes 13:12).
Como educar certo um filho? Manoá e sua esposa receberam a promessa de que trariam uma criança ao mundo. E que ela seria um líder importante em Israel. A reação de Manoá foi profundamente responsável: ajuda-nos a educar este filho! Diante da súplica, o anjo do Senhor deu ao casal orientação detalhada.
Uma das maiores necessidades da família atual é a de pais que orem, pedindo ao Senhor sabedoria e fidelidade, na orientação bíblica dos seus filhos. Alguém dirá que, apesar da educação recebida, Sansão não se tornou o líder que poderia ter sido. Ainda que seja uma verdade, os erros de Sansão não podem ser usados como desculpa para não orar pelos filhos. Sansão foi usado pelo Senhor, apesar dele mesmo. O que ele fez de errado foi culpa dele: o que ele conseguiu fazer de certo foi pela intervenção misericordiosa do Senhor. Foi assim com Abraão, foi assim com Jacó, foi assim com Davi. Ninguém deve ser responsabilizado pelas escolhas autônomas dos próprios filhos. Mas deve ser elogiado pela educação bíblica dada ao seu filho.
Juízes 13:12 - Então disse Manoá: Cumpram-se as tuas palavras; mas qual será o modo de viver e o serviço do menino?
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Quando um anjo disse a Manoá que ele teria um filho, o pai de Sansão fez a seguinte oração: "Então disse Manoá - Quando, pois, se cumprirem as tuas palavras,como e há de criar o menino e que fará ele?" (Juízes 13:12).
Como educar certo um filho? Manoá e sua esposa receberam a promessa de que trariam uma criança ao mundo. E que ela seria um líder importante em Israel. A reação de Manoá foi profundamente responsável: ajuda-nos a educar este filho! Diante da súplica, o anjo do Senhor deu ao casal orientação detalhada.
Uma das maiores necessidades da família atual é a de pais que orem, pedindo ao Senhor sabedoria e fidelidade, na orientação bíblica dos seus filhos. Alguém dirá que, apesar da educação recebida, Sansão não se tornou o líder que poderia ter sido. Ainda que seja uma verdade, os erros de Sansão não podem ser usados como desculpa para não orar pelos filhos. Sansão foi usado pelo Senhor, apesar dele mesmo. O que ele fez de errado foi culpa dele: o que ele conseguiu fazer de certo foi pela intervenção misericordiosa do Senhor. Foi assim com Abraão, foi assim com Jacó, foi assim com Davi. Ninguém deve ser responsabilizado pelas escolhas autônomas dos próprios filhos. Mas deve ser elogiado pela educação bíblica dada ao seu filho.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Levanta-te
Lucas 7:14 - E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar.
-----
Foi na cidade de Naim. Vendo uma viúva, cujo filho único morrera, Jesus "moveu-se de íntima compaixão por ela: "Chegando-se, tocou o esquife... e disse: Mancebo, a ti te digo, levanta-te" (Lucas 7:14).
Não faltam coisas que nos derrubem, em nossa vida diária. A injustiça tem a capacidade de derrubar. Como também a enfermidade, a ingratidão, a traição, o desemprego. Cair é uma conseqüência natural. O que não deve ser natural, segundo a Bíblia, é continuar vivendo caído.
A ordem de Jesus, aos que caíram é: Levanta-te. Não há nada de impiedoso na ordem do mestre. Porque, primeiro, Ele toca no nosso "esquife". Ele toca, com poder e amor, no caixão funerário que é a vida arrastada, derrotada, desesperançada que estejamos experimentando. Olhando para nossas quedas, Ele move-se de "íntima compaixão". Jesus compreende nossas quedas, mas não nos quer caídos. E Ele tem o poder de nos levantar, desde que permitamos que Ele nos toque. É natural que o cristão viva caído. O segredo é deixar que Ele nos toque e diga: Levantar-te.
Lucas 7:14 - E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar.
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Foi na cidade de Naim. Vendo uma viúva, cujo filho único morrera, Jesus "moveu-se de íntima compaixão por ela: "Chegando-se, tocou o esquife... e disse: Mancebo, a ti te digo, levanta-te" (Lucas 7:14).
Não faltam coisas que nos derrubem, em nossa vida diária. A injustiça tem a capacidade de derrubar. Como também a enfermidade, a ingratidão, a traição, o desemprego. Cair é uma conseqüência natural. O que não deve ser natural, segundo a Bíblia, é continuar vivendo caído.
A ordem de Jesus, aos que caíram é: Levanta-te. Não há nada de impiedoso na ordem do mestre. Porque, primeiro, Ele toca no nosso "esquife". Ele toca, com poder e amor, no caixão funerário que é a vida arrastada, derrotada, desesperançada que estejamos experimentando. Olhando para nossas quedas, Ele move-se de "íntima compaixão". Jesus compreende nossas quedas, mas não nos quer caídos. E Ele tem o poder de nos levantar, desde que permitamos que Ele nos toque. É natural que o cristão viva caído. O segredo é deixar que Ele nos toque e diga: Levantar-te.
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
O Inclinar-se do Senhor
Salmos 40:1 - [Salmo de Davi para o músico-mor] Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
O Salmista usa imagens humanas, quando pretendem nos explicar atitudes divinas. A idéia de "inclinar-se" é uma delas. "Esperei com paciência no Senhor, Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor" (Salmo 40:1).
Inclinar-se é uma postura de colocar-se em nível mais baixo. Significa uma atitude de atenção e de reconhecimento. Aquele que se inclina colocar em uma postura de facilitar a vida do que está no nível mais abaixo. Neste contexto de possível significado, afirmar que o Senhor se inclina para nós significa dizer quão grande é a preocupação de Deus, diante dos nossos problemas e necessidades.
O Senhor se inclina para nós. Como filhos adotivos do Senhor, podemos ter certeza de que Ele não nos ignora. Pelo contrário, podemos sempre contar com Sua atenção, com Seu carinho, com Suas respostas adequadas. A inclinação do Senhor deve ser percebida como parte ativa da Sua providência como um dos componentes da Sua resposta aos nossos clamores. Muito raramente temos a percepção exata das estratégias do Senhor, no Seu processo de responder a nossas orações. A Bíblia, porém, quer que tenhamos certeza de que nossas orações são respondidas. Porque Ele se inclina para nós.
Salmos 40:1 - [Salmo de Davi para o músico-mor] Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
O Salmista usa imagens humanas, quando pretendem nos explicar atitudes divinas. A idéia de "inclinar-se" é uma delas. "Esperei com paciência no Senhor, Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor" (Salmo 40:1).
Inclinar-se é uma postura de colocar-se em nível mais baixo. Significa uma atitude de atenção e de reconhecimento. Aquele que se inclina colocar em uma postura de facilitar a vida do que está no nível mais abaixo. Neste contexto de possível significado, afirmar que o Senhor se inclina para nós significa dizer quão grande é a preocupação de Deus, diante dos nossos problemas e necessidades.
O Senhor se inclina para nós. Como filhos adotivos do Senhor, podemos ter certeza de que Ele não nos ignora. Pelo contrário, podemos sempre contar com Sua atenção, com Seu carinho, com Suas respostas adequadas. A inclinação do Senhor deve ser percebida como parte ativa da Sua providência como um dos componentes da Sua resposta aos nossos clamores. Muito raramente temos a percepção exata das estratégias do Senhor, no Seu processo de responder a nossas orações. A Bíblia, porém, quer que tenhamos certeza de que nossas orações são respondidas. Porque Ele se inclina para nós.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Não Andam Segundo A Carne
Romanos 8:1 - Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
De acordo com Paulo, há duas maneiras de viver: segundo a "carne" ou segundo o "espírito". "Portanto, agora nenhuma condenação há par os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito." (Romanos 8:1).
Na doutrina bíblica, "carne" não é a mesma coisa que "corpo". O ser humano, de acordo com a Bíblia, é uma personalidade complexa e integrada. Ele é um conjunto organizado de corpo e alma. Quando a pessoa humana escolhe viver de acordo com o Espírito Divino, ela vive "segundo o espírito". Quando a pessoa humana escolhe viver contrariamente ao Espírito Divino, ela vive "segundo a carne".
A diferença entre estes dois estilos de vida é Cristo Jesus. Estar "em Cristo" é o mesmo que aceitar Sua soberania na própria vida, tanto física, quanto espiritual. Isto não quer dizer negar as necessidades legítimas do corpo. Estar "em Cristo" significa aceitar a disciplina e o senhorio de Jesus, na expressão das necessidades legítimas do corpo. Ser cristão, portanto, é estar "em Cristo" e, consequentemente, é viver "segundo o espírito". Viver segundo a carne é o oposto de ser cristão. É o mesmo que negar a eficácia do poder de Cristo. Paulo afirma "fostes chamados para a liberdade". A "verdade" que liberta é Cristo.
Romanos 8:1 - Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
De acordo com Paulo, há duas maneiras de viver: segundo a "carne" ou segundo o "espírito". "Portanto, agora nenhuma condenação há par os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito." (Romanos 8:1).
Na doutrina bíblica, "carne" não é a mesma coisa que "corpo". O ser humano, de acordo com a Bíblia, é uma personalidade complexa e integrada. Ele é um conjunto organizado de corpo e alma. Quando a pessoa humana escolhe viver de acordo com o Espírito Divino, ela vive "segundo o espírito". Quando a pessoa humana escolhe viver contrariamente ao Espírito Divino, ela vive "segundo a carne".
A diferença entre estes dois estilos de vida é Cristo Jesus. Estar "em Cristo" é o mesmo que aceitar Sua soberania na própria vida, tanto física, quanto espiritual. Isto não quer dizer negar as necessidades legítimas do corpo. Estar "em Cristo" significa aceitar a disciplina e o senhorio de Jesus, na expressão das necessidades legítimas do corpo. Ser cristão, portanto, é estar "em Cristo" e, consequentemente, é viver "segundo o espírito". Viver segundo a carne é o oposto de ser cristão. É o mesmo que negar a eficácia do poder de Cristo. Paulo afirma "fostes chamados para a liberdade". A "verdade" que liberta é Cristo.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
BY - Pastor Olavó Feijó
Quando Machados Flutuam
2 Reis 6:6 - E disse o homem de Deus: Onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau, e o lançou ali, e fez flutuar o ferro.
---
Os discípulos de Eliseu cortavam madeira, para aumentar as instalações da casa dos profetas. O machado de um deles caiu no rio. O jovem foi pedir ajuda ao profeta, explicando que a ferramenta lhe fora emprestada: “Disse o homem de Deus: onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau e o lançou ali, fazendo nadar o ferro.” (II Reis 6:6).
De um modo geral, as Escrituras não usam a palavra “milagre”, como nós o fazemos. O termo usado é “sinal”. Sua conotação é clara: as intervenções do Senhor são feitas com um objetivo – ajudar-nos a compreender e aceitar a soberania e a providência divina.
Pedir a intervenção sobrenatural do Senhor simplesmente porque isso ‘facilitaria o nosso lado’ é tratar o Senhor como se fosse nosso serviçal. A providência divina sempre tem uma finalidade maior. Ele pretende ajudar-nos a crescer espiritualmente, par que através de nós a implantação do Reino de Deus seja implementada. Neste sentido, os “sinais” do Senhor continuam e continuarão a acontecer. É quando os nossos machados flutuam...
2 Reis 6:6 - E disse o homem de Deus: Onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau, e o lançou ali, e fez flutuar o ferro.
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Os discípulos de Eliseu cortavam madeira, para aumentar as instalações da casa dos profetas. O machado de um deles caiu no rio. O jovem foi pedir ajuda ao profeta, explicando que a ferramenta lhe fora emprestada: “Disse o homem de Deus: onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau e o lançou ali, fazendo nadar o ferro.” (II Reis 6:6).
De um modo geral, as Escrituras não usam a palavra “milagre”, como nós o fazemos. O termo usado é “sinal”. Sua conotação é clara: as intervenções do Senhor são feitas com um objetivo – ajudar-nos a compreender e aceitar a soberania e a providência divina.
Pedir a intervenção sobrenatural do Senhor simplesmente porque isso ‘facilitaria o nosso lado’ é tratar o Senhor como se fosse nosso serviçal. A providência divina sempre tem uma finalidade maior. Ele pretende ajudar-nos a crescer espiritualmente, par que através de nós a implantação do Reino de Deus seja implementada. Neste sentido, os “sinais” do Senhor continuam e continuarão a acontecer. É quando os nossos machados flutuam...
terça-feira, 18 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Silêncio, Apesar das Boas Novas
2 Reis 7:9 - Então disseram uns para os outros: Não fazemos bem; este dia é dia de boas novas, e nos calamos; se esperarmos até à luz da manhã, algum mal nos sobrevirá; por isso agora vamos, e o anunciaremos à casa do rei.
---
Quatro leprosos viviam do lado de fora da porta de Samaria, que estava morrendo de fome, por causa do cerco das tropas inimigas. Achando que, de uma forma ou de outra morreriam, resolveram ir ao arraial dos inimigos, para pedir comida. Em lá chegando, encontraram as tendas sem soldados, mas com abundância de comida. Após se fartarem e se vestirem, resolveram ir até o seu rei, para dar-lhe as boas notícias: "Este é dia de boas novas e nos calamos..." (II Reis 7:9).
Por que não compartilhamos com os mais necessitados as boas coisas que recebemos do Senhor? Será porque tememos ficar em falta, caso repartamos o que temos? Será porque experiências passadas de ingratidão nos tornaram indignados e insensíveis? Ou será porque nosso egoísmo é muito maior do que imaginamos?
Houve um jovem que, ao saber que Jesus precisava de comida, deu a Ele seu lanche inteirinho: cinco pães e dois peixes. Quando nos sentimos tocados pela compaixão e resolvemos compartilhar o que temos, através do Senhor, o milagre multiplicador sempre acontece: Ele aceita nossa pequena oferta, Ele abençoa, Ele multiplica, Ele atende aos necessitados. Hoje, como todos os dias, é dia de boas novas!
2 Reis 7:9 - Então disseram uns para os outros: Não fazemos bem; este dia é dia de boas novas, e nos calamos; se esperarmos até à luz da manhã, algum mal nos sobrevirá; por isso agora vamos, e o anunciaremos à casa do rei.
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Quatro leprosos viviam do lado de fora da porta de Samaria, que estava morrendo de fome, por causa do cerco das tropas inimigas. Achando que, de uma forma ou de outra morreriam, resolveram ir ao arraial dos inimigos, para pedir comida. Em lá chegando, encontraram as tendas sem soldados, mas com abundância de comida. Após se fartarem e se vestirem, resolveram ir até o seu rei, para dar-lhe as boas notícias: "Este é dia de boas novas e nos calamos..." (II Reis 7:9).
Por que não compartilhamos com os mais necessitados as boas coisas que recebemos do Senhor? Será porque tememos ficar em falta, caso repartamos o que temos? Será porque experiências passadas de ingratidão nos tornaram indignados e insensíveis? Ou será porque nosso egoísmo é muito maior do que imaginamos?
Houve um jovem que, ao saber que Jesus precisava de comida, deu a Ele seu lanche inteirinho: cinco pães e dois peixes. Quando nos sentimos tocados pela compaixão e resolvemos compartilhar o que temos, através do Senhor, o milagre multiplicador sempre acontece: Ele aceita nossa pequena oferta, Ele abençoa, Ele multiplica, Ele atende aos necessitados. Hoje, como todos os dias, é dia de boas novas!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
BY- Pastor Olavo Feijó
Da Dificuldade de Chorar
Romanos 12:15 - Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram;
Aquilo que chamamos de empatia é descrito pelo Apóstolo Paulo em uma frase: "Alegrai-vos com os que se alegram; chorai com os que choram" (Romanos 12:15).
Alegrar-se com aqueles que estão alegres não é das coisas mais difíceis. Existem algumas exceções: não é fácil alegrar-se com o outro, quando temos inveja dele; não é fácil alegrar-se com o outro, quando estamos em depressão.
Chorar com os que choram já não é coisa tão fácil: sofrimento não é coisa boa de ser vista. Além do mais, quando as lágrimas dos outros nos dão muita pena, sempre existe o perigo em exagerarmos no consolo oferecido. Provavelmente, a primeira coisa certa a fazer, quando vemos o choro de alguém é a atitude de respeito, sem julgamento. A segunda coisa é ter paciência e permitir que a pessoa chore, enquanto tiver necessidade de chorar. Em seguida, antes de começar a dar conselhos de consolo, assumir uma postura de silêncio atencioso, permitindo que o outro fale tudo aquilo que esteja precisando falar. Finalmente, lembrar que é preciso chorar um pouco menos do que o outro, a fim de que ambos possam começar a ver a luzinha no final do túnel. A Bíblia quer que choremos com os que choram.
Romanos 12:15 - Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram;
Aquilo que chamamos de empatia é descrito pelo Apóstolo Paulo em uma frase: "Alegrai-vos com os que se alegram; chorai com os que choram" (Romanos 12:15).
Alegrar-se com aqueles que estão alegres não é das coisas mais difíceis. Existem algumas exceções: não é fácil alegrar-se com o outro, quando temos inveja dele; não é fácil alegrar-se com o outro, quando estamos em depressão.
Chorar com os que choram já não é coisa tão fácil: sofrimento não é coisa boa de ser vista. Além do mais, quando as lágrimas dos outros nos dão muita pena, sempre existe o perigo em exagerarmos no consolo oferecido. Provavelmente, a primeira coisa certa a fazer, quando vemos o choro de alguém é a atitude de respeito, sem julgamento. A segunda coisa é ter paciência e permitir que a pessoa chore, enquanto tiver necessidade de chorar. Em seguida, antes de começar a dar conselhos de consolo, assumir uma postura de silêncio atencioso, permitindo que o outro fale tudo aquilo que esteja precisando falar. Finalmente, lembrar que é preciso chorar um pouco menos do que o outro, a fim de que ambos possam começar a ver a luzinha no final do túnel. A Bíblia quer que choremos com os que choram.
sábado, 15 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
O Dom de Deus Versus Dinheiro
Atos dos Apóstolos 8:20 - Mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro.
Havia em Samaria um ilusionista chamado Simão. Quando ele viu o poder do Espírito Santo, ofereceu dinheiro a Pedro, para receber o mesmo poder: "Disse-lhe Pedro. O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro" (Atos 8:20).
Tentar ganhar dinheiro, usando religião como desculpa, não é um defeito exclusivo de um ilusionista, em Samaria. Com muita tristeza, constatamos que hoje em dia multiplicaram-se os seguidores do mágico Simão. Não é exagero dizer que, atualmente, em nossas maiores cidades, em cada quilômetro percorrido encontraremos lojas adaptadas, hospedando alguma "igreja" de nome bizarro ou esquisito. Seus líderes garantem aos seus dizimistas fiéis que nunca perderão o emprego e que as gotas sagradas do Jordão certamente poderão curar sua espinhela caída...
Contemplando tais agressões à espiritualidade, Pedro repetiria o que disse a Simão de Samaria: "o teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro"! A salvação é dom gratuito de Deus. Ninguém pode pagar pelo próprio Senhor, na pessoa de Jesus Cristo. A graça divina é fruto do amor divino. O único jeito, então, de aceitá-la é aceitar o amor de Deus. E o único jeito bíblico de compartilhá-la é oferecê-la de graça, como manda o amor divino. É a graça divina. É o dom gratuito do Senhor.
Atos dos Apóstolos 8:20 - Mas disse-lhe Pedro: O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro.
Havia em Samaria um ilusionista chamado Simão. Quando ele viu o poder do Espírito Santo, ofereceu dinheiro a Pedro, para receber o mesmo poder: "Disse-lhe Pedro. O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro" (Atos 8:20).
Tentar ganhar dinheiro, usando religião como desculpa, não é um defeito exclusivo de um ilusionista, em Samaria. Com muita tristeza, constatamos que hoje em dia multiplicaram-se os seguidores do mágico Simão. Não é exagero dizer que, atualmente, em nossas maiores cidades, em cada quilômetro percorrido encontraremos lojas adaptadas, hospedando alguma "igreja" de nome bizarro ou esquisito. Seus líderes garantem aos seus dizimistas fiéis que nunca perderão o emprego e que as gotas sagradas do Jordão certamente poderão curar sua espinhela caída...
Contemplando tais agressões à espiritualidade, Pedro repetiria o que disse a Simão de Samaria: "o teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro"! A salvação é dom gratuito de Deus. Ninguém pode pagar pelo próprio Senhor, na pessoa de Jesus Cristo. A graça divina é fruto do amor divino. O único jeito, então, de aceitá-la é aceitar o amor de Deus. E o único jeito bíblico de compartilhá-la é oferecê-la de graça, como manda o amor divino. É a graça divina. É o dom gratuito do Senhor.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
Seja Diligente e Arrependa-te
A Bíblia não nos recomenda ter remorso. O que ela nos manda é ter arrependimento: “Repreendo e disciplino aqueles que Eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se” Apocalipse 3:19).
--
Remorso é um sentimento de mal estar, que acontece quando a pessoa descobre que cometeu algo muito errado. E que, à primeira vista, não tem como ser consertado. Uma vez chegada a esta conclusão, a pessoa se volta contra si mesma, dando vazão a ondas de revolta e de autoagressão. O remorso não é construtivo.
A Bíblia recomenda o arrependimento. Ele surge quando a pessoa detecta que cometeu um erro, que burlou a lei, que machucou alguém. Só que o arrependimento não se limita a deplorar o mal feito. Ele vai além e procura meios de se corrigir e consertar as consequências do seu erro. O arrependimento, por isso, é construtivo. Jesus pregou o arrependimento, por isso, é construtivo. Jesus pregou o arrependimento e enfatizou a necessidade de sermos diligentes na busca do estado de consciência que nos permite arrependermo-nos. Toda pessoa com saúde espiritual pratica o arrependimento. E com diligência.
A Bíblia não nos recomenda ter remorso. O que ela nos manda é ter arrependimento: “Repreendo e disciplino aqueles que Eu amo. Por isso, seja diligente e arrependa-se” Apocalipse 3:19).
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Remorso é um sentimento de mal estar, que acontece quando a pessoa descobre que cometeu algo muito errado. E que, à primeira vista, não tem como ser consertado. Uma vez chegada a esta conclusão, a pessoa se volta contra si mesma, dando vazão a ondas de revolta e de autoagressão. O remorso não é construtivo.
A Bíblia recomenda o arrependimento. Ele surge quando a pessoa detecta que cometeu um erro, que burlou a lei, que machucou alguém. Só que o arrependimento não se limita a deplorar o mal feito. Ele vai além e procura meios de se corrigir e consertar as consequências do seu erro. O arrependimento, por isso, é construtivo. Jesus pregou o arrependimento, por isso, é construtivo. Jesus pregou o arrependimento e enfatizou a necessidade de sermos diligentes na busca do estado de consciência que nos permite arrependermo-nos. Toda pessoa com saúde espiritual pratica o arrependimento. E com diligência.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Coração longe de Mim
Isaías 29:13 - Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído;
---
O ritual do culto no templo de Jerusalém era majestoso. Agora, no tempo de Isaías, após a morte do rei Uzias, o culto ficou uma coisa tão formal e vazia, que o Senhor reclamou - "Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim" (Isaías 29:13).
Assim como acontece com todas as coisas importantes de vida, religião é algo que precisa ser honesto e sincero. Quando a honestidade e a sinceridade acabam, aquilo que costumava ser importante vai ficando uma prática feia, sem graça, um peso insuportável. A frase de Isaías "mas seu coração está longe de mim" é uma síntese da religião feia, sem graça, com peso insuportável.
Desde os escritos antigos, o Senhor sempre deixou claro - "misericórdia quero, e não sacrifício". Misericórdia é a característica do coração compassivo. Coração compassivo é aquele que sente com honestidade e sinceridade. Por isso, a Escritura diz: "dá-me, filho meu, o teu coração". Quando nosso coração é dado ao Senhor, nosso culto flui com naturalidade, com alegria, com beleza. Dar coisas para o Senhor é fácil - mas não é o que Ele quer. Ele nos quer com intimidade, com profundeza de alma. Com coração.
Isaías 29:13 - Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído;
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O ritual do culto no templo de Jerusalém era majestoso. Agora, no tempo de Isaías, após a morte do rei Uzias, o culto ficou uma coisa tão formal e vazia, que o Senhor reclamou - "Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim" (Isaías 29:13).
Assim como acontece com todas as coisas importantes de vida, religião é algo que precisa ser honesto e sincero. Quando a honestidade e a sinceridade acabam, aquilo que costumava ser importante vai ficando uma prática feia, sem graça, um peso insuportável. A frase de Isaías "mas seu coração está longe de mim" é uma síntese da religião feia, sem graça, com peso insuportável.
Desde os escritos antigos, o Senhor sempre deixou claro - "misericórdia quero, e não sacrifício". Misericórdia é a característica do coração compassivo. Coração compassivo é aquele que sente com honestidade e sinceridade. Por isso, a Escritura diz: "dá-me, filho meu, o teu coração". Quando nosso coração é dado ao Senhor, nosso culto flui com naturalidade, com alegria, com beleza. Dar coisas para o Senhor é fácil - mas não é o que Ele quer. Ele nos quer com intimidade, com profundeza de alma. Com coração.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
BY - Pastor Olavó Feijó
O Tempo do Senhor
1 Pedro 5:6 - Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte;
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O tempo é, provavelmente, um fragmento da eternidade. Talvez seja neste contexto que Pedro se refere ao tempo do Senhor: "Humilhai-vos, pois, debaixo da poderosa mão de Deus, para que a Seu tempo vos exalte" (I Pedro 5:6).
Quem se humilha, submete-se. Ser exaltado é ser reconhecido. Pedro recomenda as duas coisas para o cristão. No meio de todos os nossos problemas, o texto diz que o Senhor não nos ignora. Mas diz também sobre a natureza de nossa relação com o Senhor: nossa relação com Ele deve ser a de aceitar obedientemente Seus mandamentos.
A "poderosa mão de Deus" é uma indicação da realidade eterna do Senhor. E, porque eterna, todo poderosa. É com esta onipotência que o Senhor resolve nossos problemas e satisfaz nossas reais necessidades. Nós cristãos, limitados à dimensão do tempo, perdemos energia espiritual, quando tentamos impor nosso tempo à eternidade do Senhor. É o contrário que Pedro recomenda. Mesmo sem compreender a eternidade, é forçoso nos submeter a ela. Mesmo sem entender a vontade de Deus, é forçoso nos submeter a ela. Deus é o Senhor da eternidade e o Senhor do tempo. Quando Ele nos ajuda, sua atuação acontece no ritmo do Seu tempo. Por isso, mesmo não entendendo, é necessário aceitá-lo. Aceitar a "poderosa mão de Deus" significa sermos abençoados exaltadamente. No Seu tempo.
1 Pedro 5:6 - Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte;
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O tempo é, provavelmente, um fragmento da eternidade. Talvez seja neste contexto que Pedro se refere ao tempo do Senhor: "Humilhai-vos, pois, debaixo da poderosa mão de Deus, para que a Seu tempo vos exalte" (I Pedro 5:6).
Quem se humilha, submete-se. Ser exaltado é ser reconhecido. Pedro recomenda as duas coisas para o cristão. No meio de todos os nossos problemas, o texto diz que o Senhor não nos ignora. Mas diz também sobre a natureza de nossa relação com o Senhor: nossa relação com Ele deve ser a de aceitar obedientemente Seus mandamentos.
A "poderosa mão de Deus" é uma indicação da realidade eterna do Senhor. E, porque eterna, todo poderosa. É com esta onipotência que o Senhor resolve nossos problemas e satisfaz nossas reais necessidades. Nós cristãos, limitados à dimensão do tempo, perdemos energia espiritual, quando tentamos impor nosso tempo à eternidade do Senhor. É o contrário que Pedro recomenda. Mesmo sem compreender a eternidade, é forçoso nos submeter a ela. Mesmo sem entender a vontade de Deus, é forçoso nos submeter a ela. Deus é o Senhor da eternidade e o Senhor do tempo. Quando Ele nos ajuda, sua atuação acontece no ritmo do Seu tempo. Por isso, mesmo não entendendo, é necessário aceitá-lo. Aceitar a "poderosa mão de Deus" significa sermos abençoados exaltadamente. No Seu tempo.
domingo, 9 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Deus não poupou Seu Filho |
Romanos 8:32 - Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?
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A realidade da graça divina encantou o Apóstolo Paulo. Acima de tudo, porque a comprovação da graça é a entrega de Jesus: "Aquele que nem mesmo a Seu próprio Filho poupou, antes O entregou por todos nós, como não nos dará com Ele todas as coisas?" (Romanos 8:32).
Assim como nós, antes da aceitação do revolucionário amor de Jesus, Paulo acreditava que o jeito de ganhar a vida eterna era praticar atos religiosos. Existem alguns movimentos, que se dizem cristãos, que voltaram a pregar a religião das oferendas e dos sacrifícios, colocando um peso enorme sobre os ombros dos seus seguidores.
Paulo aprendeu que a graça de Deus, através de Jesus o Cristo, resolve todas as nossas necessidades de "filhos adotivos" do Senhor. Sua lógica é simples: se a coisa mais importante, Seu Filho Unigênito, Deus nos entregou, faz sentido achar que a Sua graça não nos dará também emprego, saúde, justiça, relacionamentos saudáveis e o que mais seja? É evidente que Ele dará Sempre, porém, por causa do Seu eterno amor por nós! Foi isso que o Salmista escreveu: porque "o Senhor é meu pastor, nada nos faltará". Afinal de contas, Ele não poupou nem Seu próprio Filho.
Romanos 8:32 - Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?
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A realidade da graça divina encantou o Apóstolo Paulo. Acima de tudo, porque a comprovação da graça é a entrega de Jesus: "Aquele que nem mesmo a Seu próprio Filho poupou, antes O entregou por todos nós, como não nos dará com Ele todas as coisas?" (Romanos 8:32).
Assim como nós, antes da aceitação do revolucionário amor de Jesus, Paulo acreditava que o jeito de ganhar a vida eterna era praticar atos religiosos. Existem alguns movimentos, que se dizem cristãos, que voltaram a pregar a religião das oferendas e dos sacrifícios, colocando um peso enorme sobre os ombros dos seus seguidores.
Paulo aprendeu que a graça de Deus, através de Jesus o Cristo, resolve todas as nossas necessidades de "filhos adotivos" do Senhor. Sua lógica é simples: se a coisa mais importante, Seu Filho Unigênito, Deus nos entregou, faz sentido achar que a Sua graça não nos dará também emprego, saúde, justiça, relacionamentos saudáveis e o que mais seja? É evidente que Ele dará Sempre, porém, por causa do Seu eterno amor por nós! Foi isso que o Salmista escreveu: porque "o Senhor é meu pastor, nada nos faltará". Afinal de contas, Ele não poupou nem Seu próprio Filho.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
Que é a Vida Eterna
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João 17:3 - E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.
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Ao invés de discutir teologicamente a essência da eternidade, Jesus aborda o assunto de uma forma direta e até simples. Ele disse: "esta é a vida eterna: que Te conheçam como único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17:3).
Pelo fato de sermos limitados pelo tempo, discutir as coisas da eternidade fica às vezes parecendo um exercício de fantasia intelectual. Por outro lado, dizer apenas que eterno é tudo aquilo que não é limitado pelo tempo. Isto é, o mesmo que não dizer nada.
Tocando no assunto, a afirmação de Jesus é bem prática. "O dono da eternidade é Deus. Eu, Cristo, sou essencialmente Deus. Sou conseqüentemente eterno. Logo, aquele que Me aceita, aceita a eternidade em sua vida". O assunto passa a ser então um problema de experiência. Experimentar Jesus Cristo na própria vida é o mesmo que experimentar a vida eterna. Uma experiência que, com o correr dos anos, vai crescendo dentro de nós e vai nos revelando, cada vez mais a realidade da "vida abundante" que o Senhor nos dá. Aceitar a Jesus é o começo. Conhecer agora Jesus como Cristo é a introdução. Um dia, nos diz Paulo, "nós O conheceremos, assim como somos plenamente por Ele conhecidos".
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João 17:3 - E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.
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Ao invés de discutir teologicamente a essência da eternidade, Jesus aborda o assunto de uma forma direta e até simples. Ele disse: "esta é a vida eterna: que Te conheçam como único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17:3).
Pelo fato de sermos limitados pelo tempo, discutir as coisas da eternidade fica às vezes parecendo um exercício de fantasia intelectual. Por outro lado, dizer apenas que eterno é tudo aquilo que não é limitado pelo tempo. Isto é, o mesmo que não dizer nada.
Tocando no assunto, a afirmação de Jesus é bem prática. "O dono da eternidade é Deus. Eu, Cristo, sou essencialmente Deus. Sou conseqüentemente eterno. Logo, aquele que Me aceita, aceita a eternidade em sua vida". O assunto passa a ser então um problema de experiência. Experimentar Jesus Cristo na própria vida é o mesmo que experimentar a vida eterna. Uma experiência que, com o correr dos anos, vai crescendo dentro de nós e vai nos revelando, cada vez mais a realidade da "vida abundante" que o Senhor nos dá. Aceitar a Jesus é o começo. Conhecer agora Jesus como Cristo é a introdução. Um dia, nos diz Paulo, "nós O conheceremos, assim como somos plenamente por Ele conhecidos".
terça-feira, 4 de maio de 2010
BY - Pastor Olavo Feijó
A Libertação da Natureza
Romanos 8:21 - Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
É difícil imaginar toda a profundidade da declaração do Senhor, quando disse “maldita é a terra, por sua causa...” Esta sentença de maldição, entretanto, encontra sua cura na obra de Cristo e no testemunho dos cristãos, como diz Paulo: “A própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra, recebendo a gloriosa liberdade dos filhos de Deus” (Romanos 8:21).
O pecado, nas suas várias manifestações, vem destruindo a natureza: ganância, poder, irresponsabilidade, exploração. A maioria dos desastres ambientais, que chamamos de sinistros naturais, nada mais é do que o resultado a longo prazo do comportamento humano no trato do nosso planeta.
As raízes da ecologia e do uso sustentável da natureza encontraram-se no poder libertador da obra de Jesus Cristo. Aqueles que acreditam que “os céus proclamavam a glória de Deus” não se sentem bem em poluir a Terra. Quando aceitamos a Cristo e compreendemos que, como “filhos de Deus”, devemos “cuidar da Terra”. Cristãos genuínos adquirem o espírito do “Jardim do Éden”: não só eles se sentem “guardadores” dos seus irmãos, mas também se sentem guardadores da criação. É a libertação da natureza.
Romanos 8:21 - Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
É difícil imaginar toda a profundidade da declaração do Senhor, quando disse “maldita é a terra, por sua causa...” Esta sentença de maldição, entretanto, encontra sua cura na obra de Cristo e no testemunho dos cristãos, como diz Paulo: “A própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra, recebendo a gloriosa liberdade dos filhos de Deus” (Romanos 8:21).
O pecado, nas suas várias manifestações, vem destruindo a natureza: ganância, poder, irresponsabilidade, exploração. A maioria dos desastres ambientais, que chamamos de sinistros naturais, nada mais é do que o resultado a longo prazo do comportamento humano no trato do nosso planeta.
As raízes da ecologia e do uso sustentável da natureza encontraram-se no poder libertador da obra de Jesus Cristo. Aqueles que acreditam que “os céus proclamavam a glória de Deus” não se sentem bem em poluir a Terra. Quando aceitamos a Cristo e compreendemos que, como “filhos de Deus”, devemos “cuidar da Terra”. Cristãos genuínos adquirem o espírito do “Jardim do Éden”: não só eles se sentem “guardadores” dos seus irmãos, mas também se sentem guardadores da criação. É a libertação da natureza.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
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