sexta-feira, 30 de abril de 2010
By - Pastor Olavo Feijó
Entrega teu Caminho
Salmos 37:5 - Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.
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Diante das incertezas da vida, Davi propõe uma decisão radical: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e Ele agirá (Salmo 37:5).
Entregar implica uma atitude definitiva. Por isso, entregar não é coisa fácil. Afinal, por definição, aquilo que entregamos não é mais nosso. Do ponto de vista legal, não temos mais direito sobre aquilo que, conscientemente, decidimos dar. Em função de tudo isso, é perfeitamente compreensível nossa insegurança quando enfrentamos o desafio de entregar nossa vida. E acima de tudo, para Deus.
Entregar é como provar pela primeira vez. Será que eu vou gostar do sabor desta fruta desconhecida? Mesmo quando me dizem que é deliciosa, será que eu vou gostar? Em casos como este, não há mais de uma saída: o único jeito é eu experimentar, por conta própria. Seu eu gostar, como. Se eu não gostar, jogo fora. A Bíblia nos informa: entregar os próprios problemas ao Senhor. Não vai ser fácil. Apesar de tudo, o Senhor resolve os problemas que Lhe entregamos. Só que o único jeito de comprovar tudo isso é experimentar. É ter a coragem de experimentar, de entregar. A esta postura a Bíblia chama: andar pela fé. Argumentos lógicos não vão resolver. Tem que ser pela fé.
Salmos 37:5 - Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.
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Diante das incertezas da vida, Davi propõe uma decisão radical: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e Ele agirá (Salmo 37:5).
Entregar implica uma atitude definitiva. Por isso, entregar não é coisa fácil. Afinal, por definição, aquilo que entregamos não é mais nosso. Do ponto de vista legal, não temos mais direito sobre aquilo que, conscientemente, decidimos dar. Em função de tudo isso, é perfeitamente compreensível nossa insegurança quando enfrentamos o desafio de entregar nossa vida. E acima de tudo, para Deus.
Entregar é como provar pela primeira vez. Será que eu vou gostar do sabor desta fruta desconhecida? Mesmo quando me dizem que é deliciosa, será que eu vou gostar? Em casos como este, não há mais de uma saída: o único jeito é eu experimentar, por conta própria. Seu eu gostar, como. Se eu não gostar, jogo fora. A Bíblia nos informa: entregar os próprios problemas ao Senhor. Não vai ser fácil. Apesar de tudo, o Senhor resolve os problemas que Lhe entregamos. Só que o único jeito de comprovar tudo isso é experimentar. É ter a coragem de experimentar, de entregar. A esta postura a Bíblia chama: andar pela fé. Argumentos lógicos não vão resolver. Tem que ser pela fé.
terça-feira, 27 de abril de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
Tu me Amas?
João 21:15 - E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros.
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Antes de subir aos céus, o Jesus ressuscitado dirige-se a Pedro e lhe pergunta três vezes: “Simão, filho de Jonas, tu me amas?” (João 21:15-17).
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Por que três vezes? Não existe uma resposta única para essa questão. Nada impede, entretanto, que examinemos a reação do Apóstolo Pedro, diante do interrogatório a que foi submetido. Perguntado pela terceira vez, “Simão entristeceu-se”, pela insistência incômoda, e exclamou: “Senhor, Tu sabes todas as coisas. Tu sabes que eu Te amo”.
O problema, aparentemente, não reside naquilo que Jesus sabe. A grande questão não estava no mestre, mas no discípulo. Dá a impressão que Jesus quer o nosso amor de uma maneira, consciente, transparente, determinada. Nós cristãos sabemos das vezes que negamos o nosso Senhor, das vezes que esquecemos do Seu amor. As pressões do mundo são poderosas. Os apelos do mundo são sedutores. Manter um comportamento de amor a Cristo exige mais do que “gostar” da igreja. Exige mais do que “encantar-se” com a profundidade da Bíblia. Amar a Cristo é um “salto existencial” sem retorno. É um “salto de fé”, no qual investimos nosso passado e nosso futuro. Amar a Cristo é sofrer a inimizade do mundo. Mas é, na sua dinâmica, nos alimentar da própria essência do Senhor. Porque Deus é “amor”.
João 21:15 - E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros.
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Antes de subir aos céus, o Jesus ressuscitado dirige-se a Pedro e lhe pergunta três vezes: “Simão, filho de Jonas, tu me amas?” (João 21:15-17).
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Por que três vezes? Não existe uma resposta única para essa questão. Nada impede, entretanto, que examinemos a reação do Apóstolo Pedro, diante do interrogatório a que foi submetido. Perguntado pela terceira vez, “Simão entristeceu-se”, pela insistência incômoda, e exclamou: “Senhor, Tu sabes todas as coisas. Tu sabes que eu Te amo”.
O problema, aparentemente, não reside naquilo que Jesus sabe. A grande questão não estava no mestre, mas no discípulo. Dá a impressão que Jesus quer o nosso amor de uma maneira, consciente, transparente, determinada. Nós cristãos sabemos das vezes que negamos o nosso Senhor, das vezes que esquecemos do Seu amor. As pressões do mundo são poderosas. Os apelos do mundo são sedutores. Manter um comportamento de amor a Cristo exige mais do que “gostar” da igreja. Exige mais do que “encantar-se” com a profundidade da Bíblia. Amar a Cristo é um “salto existencial” sem retorno. É um “salto de fé”, no qual investimos nosso passado e nosso futuro. Amar a Cristo é sofrer a inimizade do mundo. Mas é, na sua dinâmica, nos alimentar da própria essência do Senhor. Porque Deus é “amor”.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
Não conhecemos o Espírito Santo
Atos dos Apóstolos 19:2 - Disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo.
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Passando por Éfeso, Paulo encontrou-se com alguns discípulos que, ouvindo João Batista, foram batizados. O Apóstolo lhes perguntou: “Vocês receberam o Espírito Santo quando creram? Eles responderam – Não, nem sequer ouvimos que existe o Espírito Santo” (Atos 19:2).
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O Espírito Santo não é apenas um tópico doutrinário do cristianismo. Não são poucos os cristãos que transformaram a realidade bíblica do Espírito Santo em um tema de luta de credos. Chega a ser entristecedor a paixão e o desrespeito com que alguns religiosos acreditam que possam reduzir a realidade onipotente do Espírito do Senhor a alguns preceitos racionais ou intelectuais.
Vivemos na dispensação do Espírito Santo que, com a subida aos céus de Jesus ressuscitado, trabalha em nós “ensinando todas as coisas”. É Ele quem nos “convence de pecado, de justiça e de juízo”. E, acima de tudo, é Ele que quem nos “adota como filhos“ (Rom. 8:15). A grande revelação da Bíblia é que aquilo que nos conhecemos do Espírito não depende realmente de nós, mas da revelação do Espírito em nós, como diz Paulo aos Romanos. Se vivemos na base do medo e do constante sentimento de culpa, então “não conhecemos o Espírito Santo”. Quando vivemos com Ele, vivemos com liberdade espiritual e com o júbilo da salvação.
Atos dos Apóstolos 19:2 - Disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo.
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Passando por Éfeso, Paulo encontrou-se com alguns discípulos que, ouvindo João Batista, foram batizados. O Apóstolo lhes perguntou: “Vocês receberam o Espírito Santo quando creram? Eles responderam – Não, nem sequer ouvimos que existe o Espírito Santo” (Atos 19:2).
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O Espírito Santo não é apenas um tópico doutrinário do cristianismo. Não são poucos os cristãos que transformaram a realidade bíblica do Espírito Santo em um tema de luta de credos. Chega a ser entristecedor a paixão e o desrespeito com que alguns religiosos acreditam que possam reduzir a realidade onipotente do Espírito do Senhor a alguns preceitos racionais ou intelectuais.
Vivemos na dispensação do Espírito Santo que, com a subida aos céus de Jesus ressuscitado, trabalha em nós “ensinando todas as coisas”. É Ele quem nos “convence de pecado, de justiça e de juízo”. E, acima de tudo, é Ele que quem nos “adota como filhos“ (Rom. 8:15). A grande revelação da Bíblia é que aquilo que nos conhecemos do Espírito não depende realmente de nós, mas da revelação do Espírito em nós, como diz Paulo aos Romanos. Se vivemos na base do medo e do constante sentimento de culpa, então “não conhecemos o Espírito Santo”. Quando vivemos com Ele, vivemos com liberdade espiritual e com o júbilo da salvação.
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
BY Pastor Olavó Feijó
Cultivando o Primeiro Amor
Apocalipse 2:4 - Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
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Após enumerar as boas qualidades da igreja de Éfeso, Jesus lamenta: “Contra você, porém, tenho isto: você abandonou o seu primeiro amor” (Apocalipse 2:4).
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O Senhor não ignora nosso esforço de servi-lo na igreja. Ele registra com muito cuidado nossa postura de ortodoxia doutrinária. Ele elogia nosso “trabalho árduo e perseverança”. Mesmo contabilizando tudo isso, Ele sente necessidade de avaliar o tipo de motivação espiritual de nossa conduta religiosa. Para Jesus, “abandonar o primeiro amor” é atitude muito triste muito grave.
Nosso “primeiro amor” é aquela alegria imensa que nos invade, quando o peso de nosso pecado é perdoado. Nosso “primeiro amor” é a experiência de comunhão com o Senhor, que fortalece a consciência de vossa fragilidade. Nosso “primeiro amor” é aquela constatação, que ainda experimentamos, de que a Bíblia é “lâmpada para nossos pés e luz para nosso caminho”. Nosso “primeiro amor” é aquela atitude que ainda nos ajuda a dizer “pequei contra ti”, e que nos leva a buscar a correção do Senhor. Este é o amor do Senhor, que nos permite continuar cultivando nosso “primeiro amor”.
Apocalipse 2:4 - Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.
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Após enumerar as boas qualidades da igreja de Éfeso, Jesus lamenta: “Contra você, porém, tenho isto: você abandonou o seu primeiro amor” (Apocalipse 2:4).
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O Senhor não ignora nosso esforço de servi-lo na igreja. Ele registra com muito cuidado nossa postura de ortodoxia doutrinária. Ele elogia nosso “trabalho árduo e perseverança”. Mesmo contabilizando tudo isso, Ele sente necessidade de avaliar o tipo de motivação espiritual de nossa conduta religiosa. Para Jesus, “abandonar o primeiro amor” é atitude muito triste muito grave.
Nosso “primeiro amor” é aquela alegria imensa que nos invade, quando o peso de nosso pecado é perdoado. Nosso “primeiro amor” é a experiência de comunhão com o Senhor, que fortalece a consciência de vossa fragilidade. Nosso “primeiro amor” é aquela constatação, que ainda experimentamos, de que a Bíblia é “lâmpada para nossos pés e luz para nosso caminho”. Nosso “primeiro amor” é aquela atitude que ainda nos ajuda a dizer “pequei contra ti”, e que nos leva a buscar a correção do Senhor. Este é o amor do Senhor, que nos permite continuar cultivando nosso “primeiro amor”.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
BY Pastor Ovavo Feijó
Eu, minha casa, o Senhor
Josué 24:15 - ¶ Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.
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Após liderar os israelitas, na conquista de Canaã, Josué exorta o povo quanto a lealdade do Senhor. Dando o exemplo, declarou: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24:15).
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Ser pessoalmente fiel ao Senhor já é, em si, tarefa super difícil. Contribuir para construir uma família com a mesma fidelidade passa a ser um enorme desafio. O primeiro passo, neste sentido, é colocar os interesses do Senhor acima dos próprios interesses: esta atitude constitui uma luta diária, na extensão de nossa vida cristã. O segundo passo é colocar o Senhor como algo mais importante do que nossa própria família: esta atitude exige uma profunda postura de fé, que realmente acredita que “se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”.
O terceiro passo é descobrir que eu tenho que ser o exemplo, para o cultivo espiritual da minha família. De nada adianta pregar e não viver. De nada adianta ter um comportamento no templo e, durante a semana, agir como se não houvesse Deus. De nada adianta passar para a Igreja ou para a escola a responsabilidade paterna e materna de ensinar a Bíblia e ensinar a oração, para os nossos filhos. Se eu honestamente não sirvo ao Senhor, provavelmente minha família seguirá meu exemplo. Somente citar Josué não vai adiantar muita coisa.
Josué 24:15 - ¶ Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.
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Após liderar os israelitas, na conquista de Canaã, Josué exorta o povo quanto a lealdade do Senhor. Dando o exemplo, declarou: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24:15).
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Ser pessoalmente fiel ao Senhor já é, em si, tarefa super difícil. Contribuir para construir uma família com a mesma fidelidade passa a ser um enorme desafio. O primeiro passo, neste sentido, é colocar os interesses do Senhor acima dos próprios interesses: esta atitude constitui uma luta diária, na extensão de nossa vida cristã. O segundo passo é colocar o Senhor como algo mais importante do que nossa própria família: esta atitude exige uma profunda postura de fé, que realmente acredita que “se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”.
O terceiro passo é descobrir que eu tenho que ser o exemplo, para o cultivo espiritual da minha família. De nada adianta pregar e não viver. De nada adianta ter um comportamento no templo e, durante a semana, agir como se não houvesse Deus. De nada adianta passar para a Igreja ou para a escola a responsabilidade paterna e materna de ensinar a Bíblia e ensinar a oração, para os nossos filhos. Se eu honestamente não sirvo ao Senhor, provavelmente minha família seguirá meu exemplo. Somente citar Josué não vai adiantar muita coisa.
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
BY Pastor Olavó Feijó
São os Filhos presentes do Senhor?
Salmos 127:3 - Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão.
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O Salmo 127 é o texto clássico sobre o papel do Senhor, na construção do lar espiritualmente saudável. No seu verso 3, ele diz: “Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que Ele dá” (Salmo 127:3).
Por alguma razão no passado, o verso 5, que fala da vantagem de muitos filhos, na família patriarcal, tem sido usado como uma recomendação bíblica para que a família seja grande. Pior do que isso, o Salmo 127 tem sido usado também para justificar trazer filhos ao mundo, mesmo quando marido e mulher não tenham condições econômicas ou espirituais para ensinar as crianças “no caminho em que devem andar”.
Felizmente, existe a possibilidade de ver no verso 3 a mensagem de que os pais assumem uma grande responsabilidade, quando geram filhos. Afinal de contas, se as crianças são uma “recompensa” do Senhor, o mínimo que um cristão deveria fazer seria cuidar muito bem desta dádiva. De qualquer maneira, não importando as interpretações, o Salmo deixa óbvia a mensagem da imensa responsabilidade paterna e materna, na manutenção do bem-estar dos filhos que resolveram ter. Pais são responsáveis diante do Senhor. É incontável o número de pessoas desviadas do Senhor, pelo péssimo tratamento que receberam dos pais. Filhos espiritualmente saudáveis sempre são gratos pelo exemplo bíblico dos seus pais.
Salmos 127:3 - Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão.
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O Salmo 127 é o texto clássico sobre o papel do Senhor, na construção do lar espiritualmente saudável. No seu verso 3, ele diz: “Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que Ele dá” (Salmo 127:3).
Por alguma razão no passado, o verso 5, que fala da vantagem de muitos filhos, na família patriarcal, tem sido usado como uma recomendação bíblica para que a família seja grande. Pior do que isso, o Salmo 127 tem sido usado também para justificar trazer filhos ao mundo, mesmo quando marido e mulher não tenham condições econômicas ou espirituais para ensinar as crianças “no caminho em que devem andar”.
Felizmente, existe a possibilidade de ver no verso 3 a mensagem de que os pais assumem uma grande responsabilidade, quando geram filhos. Afinal de contas, se as crianças são uma “recompensa” do Senhor, o mínimo que um cristão deveria fazer seria cuidar muito bem desta dádiva. De qualquer maneira, não importando as interpretações, o Salmo deixa óbvia a mensagem da imensa responsabilidade paterna e materna, na manutenção do bem-estar dos filhos que resolveram ter. Pais são responsáveis diante do Senhor. É incontável o número de pessoas desviadas do Senhor, pelo péssimo tratamento que receberam dos pais. Filhos espiritualmente saudáveis sempre são gratos pelo exemplo bíblico dos seus pais.
domingo, 18 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
BY Pastor Olavó Feijó
Gênesis 12:1 - Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
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Quando Jeová prometeu uma terra especial para Abraão, colocou uma condição: O Senhor disse a Abraão - "Sai-te da tua terra, da tua parentela, da casa de teu pai, para a terra que Eu te mostrarei" (Gênesis 12:1).
O Senhor, como sempre, foi muito claro: "Abraão, se é você que quer entrar na terra futura, não tem outro jeito - você vai ter que abandonar sua terra do passado". Esta mesma lógica o Senhor aplica para toda a dinâmica da nossa vida espiritual. Na nossa visão egocêntrica e humana, queremos crescer espiritualmente, mas não queremos abandonar nosso velho território de vícios da lógica humana.
A lógica divina exige nossa fé: ela exige, hoje, que abandonemos nossas convenções meramente humanas. A não ser que assumamos esta postura, as promessas do Senhor não têm espaço para ser realizar em nós. As promessas divinas se realizam no nosso futuro. Mas elas dependem de nossa fé. E isto acontece no presente. Sem nenhuma garantia, além da palavra do Senhor. Viver pela fé é isto: antes de entrar, sair.
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Quando Jeová prometeu uma terra especial para Abraão, colocou uma condição: O Senhor disse a Abraão - "Sai-te da tua terra, da tua parentela, da casa de teu pai, para a terra que Eu te mostrarei" (Gênesis 12:1).
O Senhor, como sempre, foi muito claro: "Abraão, se é você que quer entrar na terra futura, não tem outro jeito - você vai ter que abandonar sua terra do passado". Esta mesma lógica o Senhor aplica para toda a dinâmica da nossa vida espiritual. Na nossa visão egocêntrica e humana, queremos crescer espiritualmente, mas não queremos abandonar nosso velho território de vícios da lógica humana.
A lógica divina exige nossa fé: ela exige, hoje, que abandonemos nossas convenções meramente humanas. A não ser que assumamos esta postura, as promessas do Senhor não têm espaço para ser realizar em nós. As promessas divinas se realizam no nosso futuro. Mas elas dependem de nossa fé. E isto acontece no presente. Sem nenhuma garantia, além da palavra do Senhor. Viver pela fé é isto: antes de entrar, sair.
terça-feira, 13 de abril de 2010
By Pastor Olavo Feijó
Atos dos Apóstolos 20:9 - E, estando um certo jovem, por nome Êutico, assentado numa janela, caiu do terceiro andar, tomado de um sono profundo que lhe sobreveio durante o extenso discurso de Paulo; e foi levantado morto.
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Pregando aos irmãos de Trôade, Paulo se estendeu até a meia-noite: "um jovem chamado Êutico, que estava sentado em uma janela, adormeceu profundamente durante o longo discurso de Paulo. Vencido pelo sono, caiu do terceiro andar. Quando o levantaram, estava morto" (Atos 20:9).
A oportunidade era especial: Paulo iria ficar somente uma semana em Trôade e os cristãos queriam ouvi-lo cada vez mais. No primeiro dia da semana, o jovem Êutico e sua família foram ouvir o Apóstolo, que falou até o amanhecer. O tempo de resistência do jovem Êutico foi a meia-noite. Sentado na janela, cansou, adormeceu, caiu e morreu. Diante do tumulto, Paulo não se abalou. Interrompeu o culto, desceu os três andares e ressuscitou o rapaz. Voltou ao salão e continuou sua pregação, para o benefício de todos. Sem repreender ninguém.
O Senhor sabe dos nossos cansaços. Ele entende que Seu desejo de nos instruir é grande, mas nossa atenção é pequena. Por isso, quando dormimos e caímos, Ele desce até nós, nos reanima e nos fortalece. O cansaço pode nos matar, a graça compreensiva do Senhor sempre nos ressuscita.
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Pregando aos irmãos de Trôade, Paulo se estendeu até a meia-noite: "um jovem chamado Êutico, que estava sentado em uma janela, adormeceu profundamente durante o longo discurso de Paulo. Vencido pelo sono, caiu do terceiro andar. Quando o levantaram, estava morto" (Atos 20:9).
A oportunidade era especial: Paulo iria ficar somente uma semana em Trôade e os cristãos queriam ouvi-lo cada vez mais. No primeiro dia da semana, o jovem Êutico e sua família foram ouvir o Apóstolo, que falou até o amanhecer. O tempo de resistência do jovem Êutico foi a meia-noite. Sentado na janela, cansou, adormeceu, caiu e morreu. Diante do tumulto, Paulo não se abalou. Interrompeu o culto, desceu os três andares e ressuscitou o rapaz. Voltou ao salão e continuou sua pregação, para o benefício de todos. Sem repreender ninguém.
O Senhor sabe dos nossos cansaços. Ele entende que Seu desejo de nos instruir é grande, mas nossa atenção é pequena. Por isso, quando dormimos e caímos, Ele desce até nós, nos reanima e nos fortalece. O cansaço pode nos matar, a graça compreensiva do Senhor sempre nos ressuscita.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
BY Pastor Olavo Feijó
Atos dos Apóstolos 9:5 - E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões.
Lucas descreve a conversão de Saulo de Tarso e o diálogo dele com Jesus: “Saulo perguntou – Quem és Senhor? - Ele respondeu – Eu sou Jesus, a quem tu persegues” (Atos 9:5).
---
Enquanto perseguidor dos seguidores do “caminho”, Saulo o fazia com motivos os mais religiosos. Ele levava mais a sério as interpretações tradicionais da Lei de Moisés, do que o Senhor da Lei de Moisés. Para Saulo, Jeová somente poderia agir dentro dos parâmetros dos doutores da Lei fariseus. O que não fosse ensino rabínico seria heresia e deveria ser perseguido a ferro e fogo.
Hoje em dia, a quem perseguimos? Dentro de qual tradição religiosa decidimos prender o Senhor, que dizemos cultivar? A Bíblia nos adverte quanto ao “zelo amargo de doutrina”, em nome do que perseguimos os que discordam de nós. Anos depois de sua conversão a Jesus, Paulo atribuiu seu furor de perseguidor à sua ignorância espiritual. A quem perseguimos? E em nome de qual, de nossas ignorâncias? O Filho do Homem não veio para julgar, mas para dar uma vida abundante. Não veio para perseguir, mas para ajudar. O Cristo nunca impôs sua mensagem: Ele sempre apelou para a livre decisão dos seus discípulos. Hoje, a quem perseguimos?
Lucas descreve a conversão de Saulo de Tarso e o diálogo dele com Jesus: “Saulo perguntou – Quem és Senhor? - Ele respondeu – Eu sou Jesus, a quem tu persegues” (Atos 9:5).
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Enquanto perseguidor dos seguidores do “caminho”, Saulo o fazia com motivos os mais religiosos. Ele levava mais a sério as interpretações tradicionais da Lei de Moisés, do que o Senhor da Lei de Moisés. Para Saulo, Jeová somente poderia agir dentro dos parâmetros dos doutores da Lei fariseus. O que não fosse ensino rabínico seria heresia e deveria ser perseguido a ferro e fogo.
Hoje em dia, a quem perseguimos? Dentro de qual tradição religiosa decidimos prender o Senhor, que dizemos cultivar? A Bíblia nos adverte quanto ao “zelo amargo de doutrina”, em nome do que perseguimos os que discordam de nós. Anos depois de sua conversão a Jesus, Paulo atribuiu seu furor de perseguidor à sua ignorância espiritual. A quem perseguimos? E em nome de qual, de nossas ignorâncias? O Filho do Homem não veio para julgar, mas para dar uma vida abundante. Não veio para perseguir, mas para ajudar. O Cristo nunca impôs sua mensagem: Ele sempre apelou para a livre decisão dos seus discípulos. Hoje, a quem perseguimos?
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
By Pastor Olavó Feijó
Atos dos Apóstolos 12:15 - E disseram-lhe: Estás fora de ti. Mas ela afirmava que assim era. E diziam: É o seu anjo.
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Pedro fora preso pelo rei Herodes. A igreja, muito abatida, ficou orando pelo Apóstolo. Milagrosamente, ouvindo as orações, o Senhor mandou um anjo para libertar Pedro. Uma vez liberto, ele foi apresentar-se à igreja. Quando Rode disse aos irmãos que o Apóstolo estava à porta, a incredulidade foi geral: “Eles, porém, lhe disseram – Você está fora de si. Insistindo ela em afirmar que era Pedro, disseram-lhe – Deve ser o anjo dele” (Atos 12:15).
Não é de hoje que oramos e esquecemos de nos preparar para as respostas da oração. O Senhor sempre nos ouve. E sempre nos responde. O problema está conosco, quando não nos preparamos para a resposta divina.
Às vezes achamos que Ele vai dizer e o que nós ouvimos é um sim. Em outras ocasiões, convencemos-nos de que a lógica será abrir uma porta... E Ele a fecha. E há ocasiões quando a resposta é tão grande, que balançamos a cabeça e dizemos: “não pode ser Pedro”. Aí, vem uma jovem, que estava orando conosco, e insiste: Pedro foi libertado e está à porta. O pior é que, quando a incredulidade nos ataca, o jeito é arranjar explicações “religiosas”, garantindo piamente que “deve ser o anjo dele”. Não teria sido mais fácil ir até a porta, ver Pedro e agradecer a resposta da oração? Seria.
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Pedro fora preso pelo rei Herodes. A igreja, muito abatida, ficou orando pelo Apóstolo. Milagrosamente, ouvindo as orações, o Senhor mandou um anjo para libertar Pedro. Uma vez liberto, ele foi apresentar-se à igreja. Quando Rode disse aos irmãos que o Apóstolo estava à porta, a incredulidade foi geral: “Eles, porém, lhe disseram – Você está fora de si. Insistindo ela em afirmar que era Pedro, disseram-lhe – Deve ser o anjo dele” (Atos 12:15).
Não é de hoje que oramos e esquecemos de nos preparar para as respostas da oração. O Senhor sempre nos ouve. E sempre nos responde. O problema está conosco, quando não nos preparamos para a resposta divina.
Às vezes achamos que Ele vai dizer e o que nós ouvimos é um sim. Em outras ocasiões, convencemos-nos de que a lógica será abrir uma porta... E Ele a fecha. E há ocasiões quando a resposta é tão grande, que balançamos a cabeça e dizemos: “não pode ser Pedro”. Aí, vem uma jovem, que estava orando conosco, e insiste: Pedro foi libertado e está à porta. O pior é que, quando a incredulidade nos ataca, o jeito é arranjar explicações “religiosas”, garantindo piamente que “deve ser o anjo dele”. Não teria sido mais fácil ir até a porta, ver Pedro e agradecer a resposta da oração? Seria.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
By Pastor Olavó Feijó
Atos dos Apóstolos 1:7 - E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.
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Pouco antes de voltar aos céus, agora como ressuscitado, Cristo foi interrogado por seus discípulos sobre o estabelecimento final do “reino a Israel”. O Mestre aproveitou a oportunidade e deu uma resposta bem ampla: “Ele lhes respondeu – Não lhes compete saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade” (Atos 1:7).
É longa a lista de “profetas” e “profecias” que previram “com precisão” a data do fim do mundo. No momento, por causa dos cataclismas super noticiados pelos meios de comunicação, o assunto voltou a ser discutido. Em função disso, todo mundo é entrevistado. Menos Jesus.
Por que razão muitos cristãos não consultam Cristo, quando o assunto é “os tempos ou as datas”? Não será, talvez, por causa da resposta que Ele deu, quando os próprios discípulos Lhe perguntaram? Porque a resposta foi um seco: “não é da conta de vocês”. Então, como enfrentar o futuro, por mais apocalíptico que ele nos pareça? Simples: fazendo o que Ele nos mandou, imediatamente no verso 8: continuando a ser “testemunhas... até os confins da terra”. Com terremotos ou tsunamis, o negócio do cristão é continuar uma vida de comunhão com Cristo e testemunho de Cristo. Isto sim é da nossa obra.
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Pouco antes de voltar aos céus, agora como ressuscitado, Cristo foi interrogado por seus discípulos sobre o estabelecimento final do “reino a Israel”. O Mestre aproveitou a oportunidade e deu uma resposta bem ampla: “Ele lhes respondeu – Não lhes compete saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade” (Atos 1:7).
É longa a lista de “profetas” e “profecias” que previram “com precisão” a data do fim do mundo. No momento, por causa dos cataclismas super noticiados pelos meios de comunicação, o assunto voltou a ser discutido. Em função disso, todo mundo é entrevistado. Menos Jesus.
Por que razão muitos cristãos não consultam Cristo, quando o assunto é “os tempos ou as datas”? Não será, talvez, por causa da resposta que Ele deu, quando os próprios discípulos Lhe perguntaram? Porque a resposta foi um seco: “não é da conta de vocês”. Então, como enfrentar o futuro, por mais apocalíptico que ele nos pareça? Simples: fazendo o que Ele nos mandou, imediatamente no verso 8: continuando a ser “testemunhas... até os confins da terra”. Com terremotos ou tsunamis, o negócio do cristão é continuar uma vida de comunhão com Cristo e testemunho de Cristo. Isto sim é da nossa obra.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
By Pastor Olavo Feijó
Pressa para o Senhor
Salmos 22:19 - Mas tu, SENHOR, não te alongues de mim. Força minha, apressa-te em socorrer-me.
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Há comentaristas que chamam de "messiânico" o Salmo 22, porque seu texto apresenta detalhes da crucificação de Jesus. O verso 19, entretanto, descreve os sentimentos de muitos de nós: "Mas Tu Senhor, não te alongues de mim, força minha, apressa-te em socorrer-me" (Salmo 22:19).
A maioria dos nossos problemas aumenta de intensidade, quando não resolvida a tempo. A inflamação se espalha. A dor se intensifica. A ansiedade prejudica o raciocínio. Daí nossa preocupação, que nos empurra na busca de saída ou de solução.
Quando lemos a Bíblia, uma das coisas que mais encontramos é a ansiedade. No livro de Salmos, então, temos um desfile de orações ansiosas, angustiadas. Esta constatação é importante porque, ao vermos nossas próprias ansiedades, descobrimos que não somos diferentes dos crentes da Bíblia. Como o Salmista, todos nós repetimos: "apressa-te em socorrer-me". Enquanto não percebemos o socorro divino, porém, a ansiedade nos incomoda. E o que é pior, ela nos intimida, sugerindo que nossa fé esteja ficando fraca. Olhemos para nosso passado: quantas vezes o Senhor nos ajudou! Diante disso, a Bíblia afirma: o que Ele fez no passado, fará no futuro. Nós mudamos, mas Ele não.
Salmos 22:19 - Mas tu, SENHOR, não te alongues de mim. Força minha, apressa-te em socorrer-me.
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Há comentaristas que chamam de "messiânico" o Salmo 22, porque seu texto apresenta detalhes da crucificação de Jesus. O verso 19, entretanto, descreve os sentimentos de muitos de nós: "Mas Tu Senhor, não te alongues de mim, força minha, apressa-te em socorrer-me" (Salmo 22:19).
A maioria dos nossos problemas aumenta de intensidade, quando não resolvida a tempo. A inflamação se espalha. A dor se intensifica. A ansiedade prejudica o raciocínio. Daí nossa preocupação, que nos empurra na busca de saída ou de solução.
Quando lemos a Bíblia, uma das coisas que mais encontramos é a ansiedade. No livro de Salmos, então, temos um desfile de orações ansiosas, angustiadas. Esta constatação é importante porque, ao vermos nossas próprias ansiedades, descobrimos que não somos diferentes dos crentes da Bíblia. Como o Salmista, todos nós repetimos: "apressa-te em socorrer-me". Enquanto não percebemos o socorro divino, porém, a ansiedade nos incomoda. E o que é pior, ela nos intimida, sugerindo que nossa fé esteja ficando fraca. Olhemos para nosso passado: quantas vezes o Senhor nos ajudou! Diante disso, a Bíblia afirma: o que Ele fez no passado, fará no futuro. Nós mudamos, mas Ele não.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
By Pastor Olavo Feijó
2 Coríntios 12:9 - E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.
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Todo crente sincero é perseguido por algum espinho. Quem vence o espinho é o poder do Senhor.
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Todo crente sincero é perseguido por algum espinho. Quem vence o espinho é o poder do Senhor.
domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
By Pastor Sérgio Fernandes
Mateus 28:8 - E, saindo elas pressurosamente do sepulcro, com temor e grande alegria, correram a anunciá-lo aos seus discípulos.
Quando um coração é aquecido com palavras de esperança vindas de Deus, duas coisas ocorreram a este coração: (1) o temor nascerá novamente nele. Temer a Deus é respeitá-lo, reverenciá-lo. É reconhecer Sua soberania e acreditar no seu cuidado. O coração esperançoso está cheio do temor divino. (2) a alegria transbordará sem parar. Um coração com esperança está alegre.
É por isso que o povo de Deus vive uma vida radiante, que incomoda aqueles que rejeitam o amor divino. O Senhor quer restaurar seu temor e alegria! Volte a acreditar! Volte a confiar!
Viver com Cristo é muito melhor do que aceitar essa derrota em sua vida!
Deus te abençoe!
Quando um coração é aquecido com palavras de esperança vindas de Deus, duas coisas ocorreram a este coração: (1) o temor nascerá novamente nele. Temer a Deus é respeitá-lo, reverenciá-lo. É reconhecer Sua soberania e acreditar no seu cuidado. O coração esperançoso está cheio do temor divino. (2) a alegria transbordará sem parar. Um coração com esperança está alegre.
É por isso que o povo de Deus vive uma vida radiante, que incomoda aqueles que rejeitam o amor divino. O Senhor quer restaurar seu temor e alegria! Volte a acreditar! Volte a confiar!
Viver com Cristo é muito melhor do que aceitar essa derrota em sua vida!
Deus te abençoe!
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